Ultrassonografia Obstétrica: Rotina e Avaliação Fetal na Gestação

PUC-PR Saúde - Pontifícia Universidade Católica do Paraná — Prova 2026

Enunciado

A Ultrassonografia na gestação é um exame de baixo risco materno fetal e pode esclarecer hipóteses diagnósticas, rastrear mal formações e esclarecer situações de risco especial. Com relação ao uso deste exame, aponte a alternativa CORRETA dentre as citadas a seguir.

Alternativas

  1. A) Durante a avaliação ultrassonográfica no primeiro trimestre, o bem estar fetal deve ser observado pela presença de movimentos corporais e respiratórios, tônus e líquido amniótico.
  2. B) Os parâmetros que podem ser examinados para o rastreamento de anomalias cromossômicas no segundo trimestre incluem: medida da translucência nucal e avaliação do osso nasal.
  3. C) Existem evidências de que a avaliação do colo uterino é útil na predição de parto prematuro. A avaliação do comprimento do colo uterino pode ser realizada pelas vias transabdominal e transvaginal. A avaliação pela via transabdominal apresenta maior acurácia e melhor reprodutibilidade do que a transvaginal.
  4. D) O melhor parâmetro ultrassonográfico de análise da datação da gestação é a medida do comprimento cabeça nádegas no segundo trimestre de gestação.
  5. E) A ultrassonografia obstétrica de rotina do terceiro trimestre pode ser realizada após 34 semanas de gestação. Nessa fase, é possível estimar e projetar o peso ao nascimento.

Pérola Clínica

Ultrassonografia obstétrica de rotina no 3º trimestre (após 34 semanas) → essencial para estimar peso fetal e projetar peso ao nascimento.

Resumo-Chave

A ultrassonografia de rotina no terceiro trimestre, realizada após 34 semanas, é fundamental para estimar o peso fetal e projetar o peso ao nascimento, auxiliando no planejamento do parto e na identificação de restrições de crescimento ou macrossomia.

Contexto Educacional

A ultrassonografia na gestação é uma ferramenta diagnóstica indispensável, oferecendo informações cruciais sobre o desenvolvimento fetal e a saúde materna. Cada trimestre possui objetivos específicos para o exame. No primeiro trimestre, a datação da gestação pelo comprimento cabeça-nádegas (CCN) é a mais precisa, e o rastreamento de anomalias cromossômicas envolve a translucência nucal e a presença do osso nasal. No segundo trimestre, a ultrassonografia morfológica detalhada é realizada para identificar malformações. Já no terceiro trimestre, a ultrassonografia de rotina, especialmente após 34 semanas, é vital para monitorar o crescimento fetal, avaliar a posição, o volume de líquido amniótico e, crucialmente, estimar o peso fetal e projetar o peso ao nascimento, informações essenciais para o planejamento do parto e manejo de possíveis intercorrências.

Perguntas Frequentes

Quando é o melhor período para realizar a ultrassonografia de datação?

O melhor parâmetro ultrassonográfico para a datação da gestação é a medida do comprimento cabeça-nádegas (CCN) no primeiro trimestre, idealmente entre 7 e 13 semanas e 6 dias.

Quais parâmetros são avaliados no rastreamento de anomalias cromossômicas no primeiro trimestre?

No primeiro trimestre, o rastreamento de anomalias cromossômicas inclui a medida da translucência nucal (TN) e a avaliação da presença do osso nasal.

Por que a ultrassonografia do terceiro trimestre é importante?

A ultrassonografia do terceiro trimestre, realizada após 34 semanas, é crucial para estimar o peso fetal, avaliar o crescimento, a posição fetal, o volume de líquido amniótico e projetar o peso ao nascimento, auxiliando no planejamento do parto.

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