HAC - Hospital Angelina Caron (PR) — Prova 2023
A ultrassonografia tem sido utilizada há mais de quatro décadas em obstetrícia. Seu papel na avaliação da gestação tem crescido se desenvolvido cada vez mais. Sobre esse tema, assinale a alternativa correta:I. A ultrassonografia não está associada a risco para a mãe e o feto, por isso deve ser o método de imagem de escolha na gravidez (ACOG, 2016). Porém é contraindicada ser realizada por via transvaginal quando há sangramento de 1º trimestre.II. Na assistência pré-natal moderna a ultrassonografia mais importante é aquela de primeiro trimestre. Serve para datação da gravidez, rastreamento de aneuploidias, diagnóstico de algumas anomalias fetais, diagnóstico de gemelaridade e predição de toxemia gravídica e de parto pré-termo.III. Com a ultrassonografia transvaginal, é possível identificar o Saco gestacional com cinco semanas. A vesícula vitelina pode ser visualizada a partir de 5,5 semanas, e com seis semanas, o eco embrionário com os batimentos cardiofetais (BCF).IV. Em torno de 6-7 semanas, aparece espessamento no saco gestacional, que representa a placenta em desenvolvimento e o seu lugar de implantação no útero. Com 8 semanas, a placenta pode ser facilmente identificada e com 10 semanas tem estrutura definida.(TRATADO DE OBSTETRICIA FEBRASGO, CAPITULO 15, ASSISTÊNCIA PRÉ-NATAL, ULTRASSOM OBSTÉTRICO: ROTINA, DATAÇÃO E AVALIAÇÃO DO CRESCIMENTO).
USG obstétrica 1º trimestre: datação, rastreamento aneuploidias, gemelaridade, predição toxemia/parto pré-termo.
A ultrassonografia de primeiro trimestre é a mais importante na assistência pré-natal moderna, fornecendo informações cruciais para datação, rastreamento de aneuploidias, diagnóstico de gemelaridade e predição de complicações como toxemia gravídica e parto pré-termo. A USG transvaginal é segura e permite visualização precoce de estruturas fetais.
A ultrassonografia obstétrica é uma ferramenta diagnóstica indispensável na assistência pré-natal moderna, com um papel crescente na avaliação da gestação. Sua segurança e capacidade de fornecer informações detalhadas sobre o desenvolvimento fetal a tornam o método de imagem de escolha durante a gravidez, sem riscos conhecidos para a mãe ou o feto. A ultrassonografia de primeiro trimestre é particularmente importante, sendo crucial para a datação precisa da gravidez, o rastreamento de aneuploidias, o diagnóstico precoce de anomalias fetais e gestações múltiplas, além da predição de complicações como toxemia gravídica e parto pré-termo. A identificação precoce dessas condições permite um planejamento adequado da assistência. Com a ultrassonografia transvaginal, é possível visualizar estruturas gestacionais muito precocemente: o saco gestacional com cinco semanas, a vesícula vitelina a partir de 5,5 semanas e o eco embrionário com batimentos cardiofetais (BCF) com seis semanas. É fundamental que residentes e estudantes dominem esses marcos e a técnica para uma avaliação obstétrica completa e precisa.
É fundamental para a datação precisa da gravidez, rastreamento de aneuploidias, diagnóstico de gestações múltiplas e predição de riscos como toxemia gravídica e parto pré-termo.
Sim, a ultrassonografia transvaginal é considerada segura e é frequentemente o método de escolha para avaliar a causa do sangramento no primeiro trimestre, sem riscos adicionais para a mãe ou o feto.
O saco gestacional pode ser identificado com cinco semanas, a vesícula vitelina a partir de 5,5 semanas, e o eco embrionário com batimentos cardiofetais (BCF) com seis semanas de gestação.
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