FAA/UNIFAA - Hospital Escola Luiz Gioseffi Jannuzzi (RJ) — Prova 2015
O melhor período para realização de Usg morfologia do primeiro trimestre, para visualização de translucência nucal, é:
USG morfológica do 1º trimestre com translucência nucal: ideal entre 11ª e 14ª semana de gestação.
A ultrassonografia morfológica do primeiro trimestre, que inclui a avaliação da translucência nucal, é um exame fundamental para o rastreamento de cromossomopatias e malformações fetais. Seu período ideal de realização é entre 11 semanas e 0 dias e 13 semanas e 6 dias de gestação, quando o comprimento cabeça-nádega (CCN) está entre 45 e 84 mm.
A ultrassonografia morfológica do primeiro trimestre é um exame crucial no pré-natal moderno, oferecendo informações valiosas sobre o desenvolvimento fetal e o rastreamento de anomalias. O principal objetivo desse exame é a avaliação da translucência nucal (TN), que é a medida da coleção de líquido na nuca do feto. Essa medida, combinada com a idade materna e outros marcadores bioquímicos, compõe o rastreamento combinado para cromossomopatias, como a Síndrome de Down (Trissomia do 21), Síndrome de Edwards (Trissomia do 18) e Síndrome de Patau (Trissomia do 13). O período ideal para a realização da ultrassonografia morfológica do primeiro trimestre e, consequentemente, da medição da translucência nucal, é entre a 11ª semana e 0 dias e a 13ª semana e 6 dias de gestação. Nesse intervalo, o comprimento cabeça-nádega (CCN) do feto geralmente varia entre 45 e 84 mm, o que permite uma visualização e medição precisas da TN. Fora desse período, a acurácia do exame diminui significativamente, tornando-o menos confiável para o rastreamento. Além da translucência nucal, o exame do primeiro trimestre também avalia a presença do osso nasal, o fluxo no ducto venoso e a presença de regurgitação tricúspide, que são marcadores adicionais para o rastreamento de anomalias cromossômicas e cardíacas. A correta realização e interpretação desse exame são fundamentais para o aconselhamento genético e o planejamento do cuidado gestacional, sendo um conhecimento essencial para residentes em Ginecologia e Obstetrícia.
A translucência nucal (TN) é um marcador ultrassonográfico importante para o rastreamento de anomalias cromossômicas, como a Síndrome de Down, e outras malformações fetais. Um aumento na TN pode indicar um risco elevado.
A medição da TN é precisa apenas em um período específico da gestação (11 a 14 semanas) porque antes disso a estrutura é muito pequena para ser avaliada e depois a translucência tende a desaparecer ou ser absorvida, perdendo seu valor preditivo.
Além da translucência nucal, outros marcadores importantes incluem a presença do osso nasal, o fluxo no ducto venoso e a regurgitação tricúspide. A combinação desses marcadores aumenta a sensibilidade e especificidade do rastreamento.
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