IDOR - Instituto D'Or de Pesquisa e Ensino - Rede D'Or (RJ) — Prova 2026
O acompanhamento pré-natal é fundamental para o transcorrer adequado da gestação. A ultrassonografia morfológica do segundo trimestre, realizada entre 20 e 24 semanas, tem como principal objetivo:
USG Morfológica (20-24 sem) = Avaliação detalhada da anatomia fetal e rastreio de malformações.
Diferente da USG de 1º trimestre, focada em datação e translucência nucal, a morfológica de 2º trimestre foca na integridade estrutural e detecção de anomalias congênitas.
A ultrassonografia morfológica do segundo trimestre, realizada idealmente entre 20 e 24 semanas, é um dos exames mais críticos do pré-natal. Seu objetivo primordial é o rastreamento sistemático de anomalias estruturais fetais, permitindo o diagnóstico de malformações que podem exigir intervenções intrauterinas ou planejamento de parto em centros especializados. Durante o exame, realiza-se um inventário anatômico completo. Além da morfologia, o exame avalia a biometria fetal para monitorar o crescimento, a localização placentária para descartar placenta prévia e o índice de líquido amniótico. É também o momento padrão para a medida do comprimento do colo uterino via transvaginal, um importante preditor de risco para parto prematuro espontâneo.
A datação da gestação é mais precisa no primeiro trimestre, preferencialmente entre a 7ª e a 12ª semana, utilizando a medida do comprimento cabeça-nádega (CCN).
Avalia-se sistematicamente a calota craniana, estruturas cerebrais, face, coluna vertebral, coração (corte de 4 câmaras e vias de saída), pulmões, parede abdominal, rins, bexiga e membros, além da placenta e volume de líquido amniótico.
Não. Embora possa identificar marcadores secundários de aneuploidias, o rastreamento principal (translucência nucal, osso nasal) deve ocorrer entre 11 e 13 semanas e 6 dias.
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