SES-GO - Secretaria de Estado de Saúde de Goiás — Prova 2024
O exame de imagem mais recomendado para avaliação das mamas durante a gestação é a
USG mamária é o exame de escolha para avaliação de mamas na gestação devido à segurança e eficácia.
A ultrassonografia mamária é o método de imagem preferencial para avaliação das mamas durante a gestação e lactação. É segura, não utiliza radiação ionizante e é eficaz na diferenciação de lesões sólidas e císticas, além de ser menos afetada pelas alterações fisiológicas da mama gravídica que dificultam a mamografia.
A avaliação das mamas durante a gestação é um desafio diagnóstico devido às intensas alterações fisiológicas que ocorrem, como o aumento da densidade glandular e vascularização. No entanto, a detecção de nódulos ou outras alterações mamárias é crucial, pois o câncer de mama gestacional, embora raro, é o câncer mais comum diagnosticado durante a gravidez. A escolha do método de imagem deve equilibrar a eficácia diagnóstica com a segurança materno-fetal. A ultrassonografia mamária é o exame de primeira linha e mais recomendado para a avaliação das mamas em gestantes e lactantes. Sua principal vantagem é a ausência de radiação ionizante, tornando-a segura para o feto. Além disso, a ultrassonografia é altamente eficaz na diferenciação entre lesões císticas e sólidas, e na caracterização de nódulos em mamas densas, que são as características predominantes da mama gestacional. Outros exames, como a mamografia, são geralmente evitados devido à radiação, mas podem ser realizados com blindagem abdominal se estritamente necessários e após a ultrassonografia não ser conclusiva. A ressonância magnética, embora não utilize radiação, é reservada para casos selecionados, pois o contraste gadolínio é contraindicado na gestação. A tomografia computadorizada não é utilizada para avaliação mamária. Portanto, a ultrassonografia é a ferramenta diagnóstica mais segura e versátil nesse cenário.
A ultrassonografia é preferencial por não utilizar radiação ionizante, sendo segura para a gestante e o feto. Além disso, é eficaz na diferenciação de lesões em mamas densas, comuns na gravidez.
A mamografia pode ser considerada em casos específicos, com proteção abdominal adequada, se a ultrassonografia não for conclusiva e houver alta suspeita de malignidade, devido ao risco de radiação.
Durante a gravidez, as mamas aumentam de tamanho e densidade devido à proliferação glandular e aumento do fluxo sanguíneo, o que pode dificultar a interpretação de mamografias.
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