HEETSHL - Hospital de Emergência e Trauma Senador Humberto Lucena (PB) — Prova 2020
Compõem os achados ultrassonográficos da apendicite aguda, EXCETO:
Apendicite aguda ultrassom: Diâmetro >6mm, não compressível, parede espessada >2mm, sinal do alvo.
O diâmetro do apêndice cecal maior que 6mm é o principal critério ultrassonográfico para apendicite aguda. Um diâmetro maior que 8mm, como sugerido na alternativa, é um valor excessivamente alto e não corresponde ao critério diagnóstico padrão, que já considera 6mm como limite superior da normalidade.
A apendicite aguda é uma das emergências cirúrgicas abdominais mais comuns, e o diagnóstico preciso é fundamental para evitar complicações. A ultrassonografia é um método de imagem de primeira linha, especialmente em crianças e mulheres jovens, devido à sua não invasividade e ausência de radiação ionizante. É crucial que estudantes e residentes conheçam os critérios ultrassonográficos para o diagnóstico, que incluem a visualização de um apêndice tubular, imóvel, não compressível, com diâmetro aumentado e paredes espessadas. A compressibilidade é um achado importante, pois um apêndice normal geralmente é compressível. Os achados ultrassonográficos da apendicite aguda são bem estabelecidos. O diâmetro do apêndice é o critério mais utilizado, sendo considerado patológico quando maior que 6mm. Além disso, a espessura da parede apendicular acima de 2mm, a presença de líquido livre na fossa ilíaca direita, a proeminência da gordura pericecal ou periapendicular (sinal da gordura inflamada) e o 'sinal do alvo' (ou 'sinal da cebola') em corte transversal são indicativos de inflamação. O sinal do alvo reflete as camadas da parede apendicular edemaciada e inflamada. É importante ressaltar que a alternativa C da questão apresenta um diâmetro maior que 8mm como critério, o que é incorreto como limite superior. O valor de corte para apendicite é >6mm. Um apêndice com 8mm já estaria bem além do limite normal. A compreensão desses detalhes é vital para a interpretação correta dos exames de imagem e para a prática clínica, bem como para o sucesso em provas de residência.
Os achados clássicos incluem um apêndice tubular, não compressível, imóvel, com diâmetro maior que 6mm, paredes espessadas (geralmente >2mm), e a presença do sinal do alvo em corte transversal. Pode haver também líquido livre periapendicular ou na fossa ilíaca direita e proeminência da gordura pericecal.
O diâmetro do apêndice cecal maior que 6mm é o principal critério para o diagnóstico de apendicite aguda na ultrassonografia. Valores acima de 6mm, especialmente se associados a outros sinais inflamatórios, são altamente sugestivos da condição.
O 'sinal do alvo' ou 'sinal da cebola' é observado em cortes transversais do apêndice inflamado. Ele representa as camadas concêntricas da parede apendicular edemaciada e inflamada, com um centro hipoecogênico (lúmen) e camadas hiperecogênicas e hipoecogênicas alternadas, indicando inflamação transmural.
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