Santa Casa de Ribeirão Preto (SP) — Prova 2022
Com relação ao ultrassom morfológico de primeiro trimestre, assinale a alternativa correta
Doppler da válvula tricúspide no 1º trimestre → rastreio de aneuploidias e cardiopatias congênitas.
O doppler da válvula tricúspide é um marcador importante no ultrassom de primeiro trimestre para rastreio de aneuploidias (como a Síndrome de Down) e para a detecção precoce de cardiopatias congênitas, complementando a avaliação da translucência nucal.
O ultrassom morfológico de primeiro trimestre, realizado entre 11 e 13 semanas e 6 dias de gestação, é uma ferramenta crucial no rastreio de aneuploidias e malformações fetais. Sua importância reside na detecção precoce de riscos, permitindo aconselhamento genético e planejamento adequado da gestação. A avaliação de marcadores como a translucência nucal, osso nasal e fluxos Doppler são pilares dessa avaliação. A fisiopatologia por trás desses marcadores está relacionada a alterações hemodinâmicas e de desenvolvimento fetal. Por exemplo, um aumento da translucência nucal pode indicar acúmulo de líquido linfático devido a anomalias cardíacas ou cromossômicas. O Doppler da válvula tricúspide avalia o fluxo sanguíneo através da válvula, e um fluxo reverso ou regurgitação pode ser um sinal de cardiopatia ou aneuploidia. A conduta diante de achados anormais envolve a discussão com os pais, a oferta de testes diagnósticos invasivos (como biópsia de vilo corial ou amniocentese) e o encaminhamento para especialistas. É fundamental que o profissional saiba interpretar corretamente esses marcadores para oferecer o melhor cuidado e suporte à gestante, preparando-a para possíveis desfechos e intervenções.
Os principais marcadores incluem a translucência nucal, a presença do osso nasal, o fluxo no ducto venoso e o fluxo na válvula tricúspide, todos importantes para o rastreio de aneuploidias.
O Doppler da válvula tricúspide auxilia no rastreio de aneuploidias fetais, como a Síndrome de Down, e na detecção precoce de cardiopatias congênitas, sendo um marcador adicional à translucência nucal.
A medida da translucência nucal deve ser realizada quando o comprimento cabeça-nádega (CCN) estiver entre 45 e 84 mm, idealmente entre 11 e 13 semanas e 6 dias de gestação.
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