HR Presidente Prudente - Hospital Regional de Presidente Prudente (SP) — Prova 2023
O ultrassom morfológico de primeiro trimestre proporciona o cáculo do risco de trissomias, de acordo com a idade materna e a avaliação de outros marcadores durante o exame. Assinale a alternativa que relata apenas marcadores maiores para cromossomopatias.
Marcadores maiores para cromossomopatias no 1º trimestre: Translucência Nucal, Osso Nasal e Ducto Venoso.
O ultrassom morfológico de primeiro trimestre, entre 11 e 14 semanas, é crucial para o rastreamento de cromossomopatias. A avaliação de marcadores como translucência nucal, osso nasal e fluxo no ducto venoso, combinada com a idade materna e marcadores bioquímicos, permite calcular o risco de trissomias, como a Síndrome de Down.
O ultrassom morfológico de primeiro trimestre, realizado entre 11 e 14 semanas de gestação, é um exame fundamental no pré-natal moderno. Ele não apenas confirma a idade gestacional e a vitalidade fetal, mas também oferece uma oportunidade precoce para o rastreamento de anomalias cromossômicas e estruturais. A combinação de marcadores ultrassonográficos com a idade materna e, em alguns casos, marcadores bioquímicos (PAPP-A e beta-hCG livre), permite calcular um risco individualizado para trissomias. Os marcadores maiores para cromossomopatias incluem a translucência nucal (TN), o osso nasal e o ducto venoso. A TN é a medida do acúmulo de líquido na nuca do feto; valores aumentados são correlacionados com maior risco de aneuploidias. A avaliação do osso nasal, que pode estar ausente ou hipoplásico em fetos com Síndrome de Down, e a análise do fluxo no ducto venoso, que pode apresentar padrão reverso em casos de anomalias cromossômicas ou cardíacas, são componentes cruciais para refinar o cálculo de risco. É importante que o residente saiba que outros marcadores, como a regurgitação da tricúspide, também podem ser avaliados, mas os mencionados são os 'maiores' e mais estabelecidos para o rastreamento de aneuploidias. A identificação desses marcadores permite aconselhamento genético adequado e a oferta de exames diagnósticos invasivos, como a biópsia de vilo corial ou amniocentese, quando indicado, auxiliando na tomada de decisão informada pelos pais.
Os marcadores maiores para cromossomopatias no primeiro trimestre incluem a translucência nucal (TN), a presença e morfologia do osso nasal fetal, e o padrão de fluxo sanguíneo no ducto venoso.
Uma TN aumentada (geralmente > 95º percentil para a idade gestacional) é um dos marcadores mais importantes para o rastreamento de trissomias, como a Síndrome de Down (Trissomia 21), Trissomia 18 e Trissomia 13, além de outras anomalias congênitas.
A ausência ou hipoplasia do osso nasal é um forte marcador para Síndrome de Down. O fluxo reverso ou alterado no ducto venoso também está associado a um risco aumentado de aneuploidias e cardiopatias congênitas, complementando a avaliação da TN.
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