Úlcera Péptica Perfurada: Diagnóstico e Manobra de Graham

MedEvo Simulado — Prova 2026

Enunciado

Um homem de 48 anos, tabagista pesado e usuário crônico de anti-inflamatórios não esteroidais para controle de dor lombar crônica, é admitido na unidade de emergência com queixa de dor abdominal de início súbito, em 'facada', localizada inicialmente no epigástrio e que se tornou difusa há cerca de 8 horas. Ao exame físico, o paciente apresenta-se taquicárdico (frequência cardíaca de 112 bpm), com pressão arterial de 105/65 mmHg, febril (37,8°C) e com abdome em tábua, apresentando sinais de peritonite difusa. A radiografia de tórax em posição ortostática revela a presença de pneumoperitônio subdiafragmático bilateral evidente. Após a estabilização hemodinâmica inicial com cristaloides e início de antibioticoterapia de amplo espectro, o paciente é encaminhado para exploração cirúrgica. Durante a laparoscopia, identifica-se uma perfuração de aproximadamente 1 cm na parede anterior da primeira porção do duodeno, associada a uma moderada quantidade de fibrina e líquido entérico livre na cavidade abdominal. Diante do quadro clínico e dos achados intraoperatórios, a conduta cirúrgica mais adequada para este caso é:

Alternativas

  1. A) Vagotomia troncular associada à antrectomia com reconstrução a Billroth II.
  2. B) Gastrectomia distal com reconstrução em Y de Roux e linfadenectomia D1.
  3. C) Tratamento conservador com aspiração nasogástrica contínua e observação clínica (Método de Taylor).
  4. D) Realização de sutura primária da lesão associada à omentoplastia (Manobra de Graham).

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