Pontifícia Universidade Católica do Paraná - Campus Curitiba — Prova 2019
Maria Cristina, 52 anos de idade, com boa saúde, exceto pela história de úlcera duodenal, apresenta quadro de dor abdominal intensa iniciada há 2 horas. Refere náusea e vômitos associados. Ela está gemente, taquicárdica e taqui- pneica. Ao exame, observa- se defesa voluntária e irritação peritoneal difusa. A radiografia do abdome evidencia ar subdiafragmático. Levada a laparotomia foi diagnosticada úlcera péptica perfurada. Observe as afirmativas sobre o caso clínico apresentado: I. A sutura da úlcera é realizada aproximando-se os bordos da perfuração após o desbridamento adequado podendo- se utilizar a interposição patch omental com o objetivo de diminuir o risco de fístula. II. O bordo deve ser rotineiramente biopsiado nas úlceras gástricas em função do risco de se tratar de carcinoma gástrico perfurado. Essa medida está dispensada na úlcera duodenal.III. A técnica que utiliza o omento pediculado na interposição é chamada técnica de Graham e a técnica que leva o omento para a área de sutura como um fragmento livre é a de Cellan-Jones. IV. A realização de EDA (endoscopia digestiva alta) deve ocorrer após 6 semanas do tratamento cirúrgico da ulcera péptica perfurada, para avaliar a cicatrização da úlcera, descartar neoplasia e pesquisar H. pylori. Assinale a alternativa CORRETA:
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