IAMSPE/HSPE - Instituto de Assistência Médica ao Servidor Público - Hospital do Servidor (SP) — Prova 2020
Para tratamento endoscópico da úlcera péptica hemorrágica Forrest IB, a melhor opção atual para tratamento hemostático é:
Úlcera Forrest IB → tratamento endoscópico com dois métodos (ex: injeção + térmico).
Para úlceras pépticas hemorrágicas com estigmas de alto risco, como Forrest IB (sangramento em babação), a terapia endoscópica combinada com dois métodos é superior à monoterapia. A combinação de injeção de adrenalina com um método térmico ou mecânico aumenta a taxa de hemostasia e reduz o risco de ressangramento.
A úlcera péptica hemorrágica é uma emergência gastrointestinal comum, com morbidade e mortalidade significativas. A classificação de Forrest é uma ferramenta essencial para estratificar o risco de ressangramento e guiar a conduta terapêutica endoscópica. A categoria Forrest IB, caracterizada por sangramento ativo em babação, indica um alto risco de ressangramento e exige intervenção imediata e eficaz. O tratamento endoscópico é a modalidade de escolha para a hemostasia de úlceras pépticas hemorrágicas. Existem diversos métodos disponíveis, incluindo a injeção de adrenalina, a terapia térmica (como o heat probe ou eletrocautério bipolar), e a terapia mecânica (como a aplicação de clipes hemostáticos). A escolha do método depende da experiência do endoscopista e da disponibilidade de recursos. Para úlceras com estigmas de alto risco, como Forrest IB, as diretrizes atuais recomendam fortemente a utilização de dois métodos de hemostasia. A combinação mais comum e eficaz é a injeção de adrenalina (que promove vasoconstrição e tamponamento) seguida de um método térmico ou mecânico (que sela o vaso). Essa abordagem combinada demonstrou ser superior à monoterapia na obtenção de hemostasia duradoura e na redução das taxas de ressangramento e da necessidade de cirurgia.
Forrest IB indica uma úlcera com sangramento ativo em babação (oozing), que é um estigma de alto risco para ressangramento e requer intervenção endoscópica urgente para controle da hemorragia e prevenção de novos episódios.
Os principais métodos incluem terapia injetável (adrenalina, esclerosantes), terapia térmica (heat probe, eletrocautério bipolar), terapia mecânica (clipes hemostáticos, ligadura elástica) e uso de agentes tópicos (cola de fibrina, pó hemostático). A escolha depende da situação e disponibilidade.
A terapia combinada, geralmente a injeção de adrenalina seguida de um método térmico ou mecânico, é preferível porque aumenta significativamente as taxas de hemostasia inicial, reduz o risco de ressangramento e diminui a necessidade de cirurgia de resgate em comparação com a monoterapia.
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