Úlcera Diabética Infectada: Manejo Ambulatorial e Glicemia

FESF-SUS - Fundação Estatal Saúde da Família (BA) — Prova 2018

Enunciado

Sra. Maria, 74 anos, diabética e hipertensa, paciente de retorno, chega à consulta de atendimento programado sem queixas. Durante a avaliação, HGT: 453 mg/dL, PA: 130x80 mmHg, em uso de insulina NPH e metformina, duas vezes ao dia, losartana 50 mg/dia e HCTZ 25 mg/dia. Relata uso correto das medicações e dieta adequada. Ao exame físico: bom estado geral, ACV e AR, sem achados significativos, e EXT: pulsos normais, temperatura e coloração normais, presença de ferida ulcerosa superficial com necrose úmida e esfacelo de, aproximadamente, 2 cm, com sinais de infecção leve, limitada à pele, com exsudato seropurulento de moderada quantidade, odor fétido e tecido de granulação. Relata que a ferida apareceu há dois meses após a última consulta programada. Sobre a conduta correta nesse caso, é correto afirmar que é

Alternativas

  1. A) encaminhar ao serviço de urgência.
  2. B) manter a medicação e prescrever antibioticoterapia sistêmica.
  3. C) aumentar a dose de anti-hipertensivos e insulina e prescrever antibioticoterapia sistêmica.
  4. D) manter medicação e realizar curativo com soro fisiológico e A GE (ácidos graxos essenciais), apenas.
  5. E) ajustar a dose de insulina apenas e realizar curativo da ferida com uso de soro fisiológico e antibiótico tópico (sulfadiazina de prata). Solicitar retorno para avaliação.

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