HEVV - Hospital Evangélico de Vila Velha (ES) — Prova 2015
Sobre os tumores de ovário, marque a assertiva INCORRETA:
Teratoma imaturo ≠ teratoma maduro (cístico/dermoide); imaturo é maligno com tecidos embrionários indiferenciados.
Teratomas imaturos são malignos e contêm tecidos embrionários indiferenciados, principalmente neuroectoderma. Em contraste, teratomas maduros (císticos ou dermoides) são benignos e contêm tecidos bem diferenciados dos três folhetos germinativos, como pele, cabelo, osso e cartilagem. A distinção é crucial para o manejo e prognóstico.
Os tumores de ovário representam um grupo heterogêneo de neoplasias com diferentes origens histológicas, sendo um desafio diagnóstico e terapêutico. A compreensão de suas características é fundamental para a prática clínica, especialmente em ginecologia e oncologia. Eles podem ser classificados em epiteliais (mais comuns), de células germinativas e do estroma. A epidemiologia varia conforme o tipo, com tumores de células germinativas sendo mais prevalentes em mulheres jovens. A fisiopatologia e o diagnóstico dependem do tipo tumoral. Tumores de células germinativas, como o disgerminoma, são a neoplasia maligna mais comum em crianças e adolescentes, enquanto os tumores do seio endodérmico são marcados pela alfafetoproteína. O tumor de Krukenberg, uma metástase ovariana geralmente de câncer gástrico, é caracterizado por células em anel de sinete. A suspeita diagnóstica envolve exames de imagem e marcadores tumorais. O tratamento e o prognóstico são específicos para cada tipo tumoral, variando de cirurgia a quimioterapia e radioterapia. É crucial diferenciar teratomas maduros (benignos, com tecidos diferenciados como cabelo e osso) de teratomas imaturos (malignos, com tecidos embrionários indiferenciados), pois essa distinção guia a conduta terapêutica e impacta diretamente o prognóstico da paciente.
Os tumores de ovário são classificados em epiteliais, de células germinativas e do estroma. Os de células germinativas incluem disgerminomas (mais comuns em jovens), teratomas (maduros e imaturos) e tumores do seio endodérmico (com alfafetoproteína elevada).
Marcadores como alfafetoproteína (tumor de seio endodérmico), beta-HCG (coriocarcinoma) e CA-125 (tumores epiteliais) auxiliam no diagnóstico, monitoramento da resposta ao tratamento e detecção de recidivas, embora não sejam diagnósticos isolados.
Teratomas maduros são benignos, contêm tecidos bem diferenciados dos três folhetos (cabelo, osso, gordura). Teratomas imaturos são malignos, contêm tecidos embrionários indiferenciados, principalmente neuroectoderma, e seu grau é determinado pela quantidade de tecido neural imaturo.
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