SES-GO - Secretaria de Estado de Saúde de Goiás — Prova 2025
Os tumores ovarianos mais frequentemente encontrados na infância são os
Tumores ovarianos mais comuns na infância = Teratomas maduros (cistos dermoides).
Na infância, a maioria dos tumores ovarianos são de células germinativas, sendo os teratomas maduros (cistos dermoides) os mais frequentes. Eles são geralmente benignos e podem ser assintomáticos ou causar dor abdominal.
Os tumores ovarianos na infância são relativamente raros, mas representam uma importante causa de massa abdominal em meninas. A maioria desses tumores é benigna, e a idade da paciente pode influenciar o tipo histológico predominante. É crucial um diagnóstico preciso para diferenciar entre lesões benignas e malignas e para planejar a conduta terapêutica adequada. Na faixa etária pediátrica, os tumores de células germinativas são os mais prevalentes, respondendo por cerca de 60-80% de todas as neoplasias ovarianas. Dentre eles, o teratoma maduro, também conhecido como cisto dermoide, é o tipo mais comum. Estes tumores são caracterizados pela presença de tecidos derivados das três camadas germinativas (ectoderma, mesoderma e endoderma), como cabelo, dentes, gordura e cartilagem. O manejo dos tumores ovarianos em crianças geralmente envolve cirurgia, com o objetivo de remover a massa e preservar a função ovariana, sempre que possível. A ultrassonografia é o método de imagem de escolha para o diagnóstico inicial. O prognóstico para teratomas maduros é excelente, com baixa taxa de recorrência após a ressecção completa.
Em crianças, os tumores ovarianos mais comuns são os de células germinativas, sendo o teratoma maduro (cisto dermoide) o tipo mais frequente. Cistos funcionais também são comuns, mas não são considerados neoplasias verdadeiras.
Os sintomas podem ser inespecíficos, incluindo dor abdominal (aguda ou crônica), massa abdominal palpável, distensão abdominal, puberdade precoce (em tumores produtores de hormônios) ou torção ovariana, que causa dor súbita e intensa.
O diagnóstico é feito por ultrassonografia pélvica, que pode mostrar uma massa complexa com componentes císticos e sólidos. O tratamento geralmente é cirúrgico, com cistectomia ovariana para preservar o tecido ovariano saudável, especialmente em casos de teratomas maduros benignos.
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