HEDA - Hospital Estadual Dirceu Arcoverde (PI) — Prova 2020
O tumor maligno mais comum do intestino delgado é:
Adenocarcinoma é o tumor maligno mais comum do intestino delgado.
Embora os tumores de intestino delgado sejam raros, o adenocarcinoma é o tipo histológico maligno mais frequente, especialmente no duodeno e jejuno proximal, e está frequentemente associado a síndromes genéticas como a polipose adenomatosa familiar.
Os tumores do intestino delgado são relativamente raros, compreendendo menos de 5% de todos os tumores gastrointestinais. Apesar de sua raridade, o adenocarcinoma é o tipo histológico maligno mais comum, representando cerca de 30-50% dos casos. É crucial para residentes reconhecer essa prevalência, pois muitas vezes há uma tendência a associar tumores intestinais primariamente ao cólon. A epidemiologia mostra que a incidência tem aumentado ligeiramente. A fisiopatologia do adenocarcinoma de intestino delgado é semelhante à do cólon, envolvendo uma sequência adenoma-carcinoma, embora menos estudada. Fatores de risco incluem doença de Crohn, doença celíaca e síndromes de polipose hereditárias, como a Polipose Adenomatosa Familiar (PAF). O diagnóstico é desafiador devido à inespecificidade dos sintomas (dor abdominal, sangramento, obstrução) e à dificuldade de acesso endoscópico ao intestino delgado. O tratamento primário para o adenocarcinoma de intestino delgado é a ressecção cirúrgica, se possível. A quimioterapia pode ser utilizada em casos avançados ou adjuvante. O prognóstico é geralmente pior do que o câncer colorretal devido ao diagnóstico tardio e à natureza agressiva da doença. Pontos de atenção incluem a necessidade de alto índice de suspeita em pacientes com sintomas persistentes e fatores de risco.
Os tipos mais comuns são adenocarcinoma, tumores neuroendócrinos (carcinoides), linfomas e tumores estromais gastrointestinais (GIST). O adenocarcinoma é o mais frequente.
O adenocarcinoma do intestino delgado é mais comumente encontrado no duodeno e no jejuno proximal, sendo menos frequente no íleo.
Fatores de risco incluem doenças inflamatórias intestinais (Crohn), síndromes de polipose hereditárias (como a Polipose Adenomatosa Familiar - PAF) e doença celíaca.
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