HCB - Hospital de Amor de Barretos - Unidade Porto Velho (RO) — Prova 2022
São os tumores sarcomatosos mais comuns do trato gastrointestinal:
GISTs = sarcomas mais comuns do TGI, originam-se das células de Cajal.
Os Tumores Estromais Gastrointestinais (GISTs) são os tumores sarcomatosos mais comuns do trato gastrointestinal. Eles se originam das células intersticiais de Cajal ou de seus precursores, sendo caracterizados por mutações no gene KIT ou PDGFRA, que são importantes para o diagnóstico e tratamento.
Os Tumores Estromais Gastrointestinais (GISTs) representam os sarcomas mais comuns do trato gastrointestinal, com uma incidência crescente e importância clínica significativa. Embora sejam tumores raros em comparação com os adenocarcinomas, seu reconhecimento é crucial devido às suas características biológicas e opções terapêuticas específicas, sendo um tema relevante em oncologia e cirurgia. A origem dos GISTs está nas células intersticiais de Cajal, que são células marcapasso do TGI. A maioria desses tumores é impulsionada por mutações ativadoras nos genes KIT (CD117) ou PDGFRA, que codificam receptores tirosina quinase. Essa base molecular é fundamental para o diagnóstico, que é confirmado por imuno-histoquímica, e para a escolha do tratamento. O tratamento primário para GISTs localizados é a ressecção cirúrgica completa. Para GISTs avançados, metastáticos ou de alto risco de recorrência, a terapia-alvo com inibidores de tirosina quinase, como o imatinibe, revolucionou o prognóstico. O entendimento dessas terapias e da biologia molecular dos GISTs é essencial para o manejo adequado desses pacientes.
Os GISTs se originam das células intersticiais de Cajal, que são as células marcapasso do trato gastrointestinal, ou de seus precursores. Essas células são responsáveis pela regulação da motilidade intestinal.
A maioria dos GISTs apresenta mutações ativadoras nos genes KIT (CD117) ou PDGFRA. Essas mutações levam à ativação constitutiva de tirosina quinases, que são alvos para terapias específicas como o imatinibe.
O diagnóstico é feito por biópsia e imuno-histoquímica (positividade para CD117 e DOG1). O tratamento principal é a ressecção cirúrgica. Para tumores irressecáveis, metastáticos ou de alto risco, a terapia-alvo com inibidores de tirosina quinase (ex: imatinibe) é fundamental.
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