SMS João Pessoa - Secretaria Municipal de Saúde de João Pessoa (PB) — Prova 2025
Em relação ao prognóstico dos tumores estromais gastrointestinais (GISTs) gástricos, qual dentre os seguintes fatores é considerado o mais indicador importante de alto risco para malignidade?
GIST gástrico: alto risco de malignidade = tamanho > 10 cm E > 5 mitoses/50 HPF.
Para GISTs gástricos, a combinação do tamanho do tumor e o índice mitótico são os fatores prognósticos mais importantes para determinar o risco de malignidade e recorrência. Tumores grandes com alta atividade mitótica indicam um comportamento mais agressivo e pior prognóstico.
Os Tumores Estromais Gastrointestinais (GISTs) são os sarcomas mais comuns do trato gastrointestinal, originando-se das células intersticiais de Cajal ou de seus precursores. A maioria dos GISTs é esporádica e está associada a mutações ativadoras nos genes KIT ou PDGFRA. A compreensão de seus fatores prognósticos é crucial para o planejamento terapêutico e acompanhamento dos pacientes, especialmente na residência médica. Os fatores prognósticos mais importantes para GISTs incluem o tamanho do tumor, o índice mitótico (número de mitoses por 50 campos de alta potência - HPF) e a localização do tumor. Tumores gástricos geralmente têm um prognóstico ligeiramente melhor do que os de intestino delgado para o mesmo tamanho e índice mitótico. A combinação de tamanho > 10 cm e mais de 5 mitoses por 50 HPF é um forte indicador de alto risco de malignidade, associado a maior probabilidade de recorrência e metástase. O tratamento dos GISTs de alto risco envolve ressecção cirúrgica completa, quando possível, seguida por terapia adjuvante com imatinibe, um inibidor de tirosina-quinase, para reduzir o risco de recorrência. O acompanhamento rigoroso é essencial. Residentes devem estar familiarizados com esses critérios para estratificar o risco e guiar as decisões terapêuticas, otimizando o manejo desses tumores complexos.
Os principais fatores prognósticos para GISTs são o tamanho do tumor, o índice mitótico (número de mitoses por 50 campos de alta potência) e a localização do tumor. Tumores maiores, com alto índice mitótico e localizados no intestino delgado geralmente têm pior prognóstico.
O tamanho do tumor reflete a carga tumoral e o potencial de invasão, enquanto o índice mitótico indica a taxa de proliferação celular. A combinação desses dois fatores fornece uma estimativa mais precisa do potencial de agressividade e risco de metástase ou recorrência do GIST.
O CD117 (KIT) é um proto-oncogene que codifica um receptor tirosina-quinase, e sua expressão é um marcador diagnóstico chave para GISTs. Embora seja importante para o diagnóstico e para a resposta à terapia com inibidores de tirosina-quinase (como o imatinibe), sua presença por si só não é o principal fator prognóstico de malignidade.
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