HAC - Hospital Angelina Caron (PR) — Prova 2024
Sobre os tumores benignos do esôfago, assinale a alternativa correta
Papilomas escamosos esofágicos → mais comuns no esôfago distal e associados à inflamação crônica.
Os papilomas escamosos são os tumores benignos mais comuns da mucosa esofágica, frequentemente encontrados no esôfago distal e associados a irritação crônica, como refluxo gastroesofágico.
Os tumores benignos do esôfago são significativamente menos comuns que os malignos, sendo frequentemente descobertos incidentalmente. É crucial para residentes conhecerem suas características para um diagnóstico diferencial preciso. Dentre as lesões benignas, os leiomiomas são os mais frequentes, originando-se da camada muscular própria, enquanto os papilomas escamosos são os tumores benignos mais comuns da mucosa. Os papilomas escamosos esofágicos são lesões sésseis ou pediculadas, geralmente pequenas, que ocorrem com maior regularidade no esôfago distal. Sua patogênese está frequentemente associada a processos inflamatórios crônicos, como a esofagite de refluxo, que podem levar à irritação e proliferação do epitélio escamoso. Embora benignos, seu reconhecimento é importante para excluir lesões malignas. Outros tumores benignos incluem os pólipos fibrovasculares, que são lesões pediculadas e podem ser muito grandes, e os cistos de duplicação. Os adenomas são raros no esôfago, e os hemangiomas são tumores vasculares. O diagnóstico é geralmente feito por endoscopia com biópsia, e o tratamento, quando necessário, é a ressecção endoscópica ou cirúrgica.
Os leiomiomas são os tumores benignos mais comuns do esôfago, originando-se da camada muscular própria. Entre os tumores da mucosa, os papilomas escamosos são os mais frequentes.
Os papilomas escamosos são frequentemente associados a processos inflamatórios crônicos do esôfago, como esofagite de refluxo, que podem induzir hiperplasia e metaplasia do epitélio escamoso, favorecendo seu desenvolvimento.
A maioria dos tumores benignos do esôfago é assintomática e descoberta incidentalmente. Quando sintomáticos, podem causar disfagia, dor torácica ou, raramente, sangramento, dependendo do tamanho e localização.
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