PUC Sorocaba - Pontifícia Universidade Católica de Sorocaba (SP) — Prova 2020
O tratamento padrão para um Tumor estromal gastrointestinal (GIST) isolado de 3 cm no corpo do estômago é
GIST gástrico < 5 cm, isolado = Ressecção em cunha (cirurgia conservadora).
Para GISTs gástricos pequenos (geralmente < 5 cm) e isolados, a ressecção em cunha é o tratamento padrão. É uma cirurgia conservadora que remove apenas o tumor com margens livres, preservando a maior parte do estômago. O Imatinibe é usado para tumores maiores, irressecáveis, metastáticos ou como terapia adjuvante em casos de alto risco.
Os Tumores Estromais Gastrointestinais (GISTs) são os sarcomas mais comuns do trato gastrointestinal, originando-se das células intersticiais de Cajal. A maioria dos GISTs é encontrada no estômago (60-70%) ou intestino delgado. O diagnóstico é feito por biópsia, com imuno-histoquímica positiva para CD117 (KIT) e/ou DOG1. A estratificação de risco de recorrência é crucial e baseia-se no tamanho do tumor, índice mitótico e localização. Tumores gástricos geralmente têm um prognóstico melhor do que os de intestino delgado para o mesmo tamanho e índice mitótico. Para GISTs gástricos pequenos (geralmente < 5 cm) e isolados, o tratamento padrão é a ressecção cirúrgica completa com margens livres, preferencialmente por ressecção em cunha, que é uma abordagem conservadora. A linfadenectomia não é rotineiramente indicada, pois a disseminação linfática é rara. O Imatinibe, um inibidor da tirosina quinase, é a terapia-alvo principal para GISTs avançados, metastáticos ou como adjuvância em casos de alto risco.
O tratamento de escolha para um GIST gástrico isolado de 3 cm é a ressecção em cunha, uma cirurgia conservadora que remove o tumor com margens livres, preservando o estômago.
O Imatinibe é indicado para GISTs irressecáveis, metastáticos, ou como terapia adjuvante após ressecção cirúrgica em casos de alto risco de recorrência, ou ainda em tumores maiores para reduzir seu tamanho antes da cirurgia.
A escolha do tratamento para GIST depende de fatores como tamanho do tumor, localização, presença de metástases, índice mitótico e o risco de recorrência, que guiam a decisão entre cirurgia, terapia-alvo ou uma combinação.
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