HOS/BOS - Hospital Oftalmológico de Sorocaba - Banco de Olhos (SP) — Prova 2022
Após a apendicectomia para apendicite aguda, a incidência de achados histopatológicos inesperados na peça cirúrgica é baixa. Ainda assim, se identificado, o tratamento adequado é essencial. Dentro dessa perspectiva, o tumor primário mais frequentemente identificado no apêndice nessas situações é o:
Tumor carcinoide = neoplasia primária mais comum do apêndice, frequentemente achado incidental.
Tumores carcinoides do apêndice são geralmente pequenos, localizados na ponta do apêndice e descobertos incidentalmente durante apendicectomia por apendicite aguda. O prognóstico é geralmente bom.
A apendicectomia é um dos procedimentos cirúrgicos abdominais mais comuns, frequentemente realizada para apendicite aguda. Embora a maioria das peças cirúrgicas revele apenas inflamação, a análise histopatológica é crucial para identificar achados inesperados, como neoplasias, que podem ter implicações significativas para o tratamento e prognóstico do paciente. O tumor carcinoide é o tumor primário mais comum do apêndice, representando a maioria das neoplasias apendiculares. Geralmente, são pequenos, bem diferenciados e localizados na ponta do apêndice, sendo descobertos incidentalmente em cerca de 0,3% a 1% das apendicectomias. Sua origem neuroendócrina os distingue de outros tumores. O manejo dos tumores carcinoides apendiculares depende de fatores como tamanho, localização, invasão do mesoapêndice e presença de metástases. Tumores menores que 2 cm, sem invasão linfática ou vascular, são geralmente curados com a apendicectomia simples. Para tumores maiores ou com características de alto risco, uma hemicolectomia direita pode ser necessária, e o seguimento oncológico é essencial.
A incidência de tumores no apêndice após apendicectomia por apendicite aguda é baixa, mas o tumor carcinoide é o mais frequentemente encontrado, geralmente de forma incidental durante o exame histopatológico da peça cirúrgica.
O tratamento para tumores carcinoides do apêndice depende do tamanho, localização e invasão. Tumores pequenos (<2 cm) e confinados ao apêndice geralmente são tratados apenas com apendicectomia. Tumores maiores ou com invasão podem exigir hemicolectomia direita.
A diferenciação é feita por histopatologia e imuno-histoquímica. Tumores carcinoides são neoplasias neuroendócrinas, enquanto adenocarcinomas são de origem epitelial e pseudomixomas resultam de neoplasias mucinosas. Cada um tem características microscópicas distintas.
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