HCB - Hospital de Amor de Barretos - Unidade Porto Velho (RO) — Prova 2020
A Condilomatose conhecida como tumor de Buscke-Lowenstein apresenta as seguintes características, EXCETO:
Tumor de Buscke-Lowenstein = condiloma gigante, associado a HPV 6/11, crescimento lento, variante de CEC verrucoso, mais comum em imunocomprometidos.
O tumor de Buscke-Lowenstein, ou condiloma acuminado gigante, é uma lesão rara e agressiva, considerada uma variante do carcinoma espinocelular verrucoso. Embora possa ocorrer em imunocompetentes, é mais comum e tem progressão mais rápida em indivíduos imunocomprometidos, como pacientes com HIV, transplantados ou diabéticos.
O tumor de Buscke-Lowenstein, também conhecido como condiloma acuminado gigante, é uma condição rara e clinicamente desafiadora. É considerado uma variante do carcinoma espinocelular verrucoso, caracterizado por um crescimento exofítico, lento e localmente invasivo, mas com baixo potencial metastático. A fisiopatologia está fortemente associada à infecção pelos tipos de HPV de baixo risco oncogênico, principalmente o HPV 6 e o HPV 11. Essas lesões podem atingir grandes tamanhos, causando destruição tecidual local e comprometimento funcional. Um ponto crucial para a compreensão e para questões de prova é que, embora possa ocorrer em indivíduos imunocompetentes, o tumor de Buscke-Lowenstein é mais prevalente e tende a ser mais agressivo em pacientes imunocomprometidos. O tratamento é predominantemente cirúrgico, com ressecção ampla, e pode ser complementado com outras terapias.
É uma forma rara e agressiva de condiloma acuminado gigante, considerado uma variante de baixo grau do carcinoma espinocelular verrucoso. Caracteriza-se por crescimento exofítico e invasivo localmente, mas com baixo potencial metastático.
Os tipos de HPV mais comumente associados são os de baixo risco oncogênico, principalmente o HPV 6 e o HPV 11.
Indivíduos imunocomprometidos (ex: HIV, transplantados, diabéticos) têm maior risco de desenvolver o tumor de Buscke-Lowenstein e apresentar um curso mais agressivo da doença, com crescimento mais rápido e maior dificuldade de tratamento.
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