Santa Casa de Cuiabá (MT) — Prova 2020
Nas lesões caseosas fechadas, o fármaco mais efetivo é a rifampicina, sendo a ação da isoniazida mais lenta e demorada. Nesse contexto, está correto que:
Fármacos antituberculose em lesões cavitárias (pH neutro): rifampicina, isoniazida e estreptomicina são muito efetivas.
A eficácia dos fármacos antituberculose varia conforme o ambiente da lesão. Em lesões cavitárias, onde o pH tende a ser neutro e há alta replicação bacteriana, a rifampicina, isoniazida e estreptomicina são particularmente potentes, sendo cruciais para a eliminação do bacilo.
A tuberculose pulmonar é uma doença infecciosa crônica causada pelo Mycobacterium tuberculosis, com alta prevalência global, especialmente em países em desenvolvimento. As lesões cavitárias representam uma forma grave da doença, caracterizada pela destruição do parênquima pulmonar e alta carga bacilar, sendo um desafio terapêutico e epidemiológico. A fisiopatologia das lesões tuberculosas envolve a formação de granulomas. Em lesões cavitárias, o ambiente é rico em oxigênio e o pH tende a ser neutro, favorecendo a replicação bacteriana. O diagnóstico é feito por baciloscopia, cultura e exames de imagem, como radiografia e tomografia de tórax, que revelam as cavidades. O tratamento da tuberculose é prolongado e combina múltiplos fármacos para prevenir resistência. Rifampicina, isoniazida e estreptomicina são particularmente eficazes em lesões cavitárias devido à sua atividade em pH neutro e contra bacilos em replicação ativa, sendo pilares do esquema terapêutico para garantir a cura e reduzir a transmissão.
O pH do ambiente da lesão influencia diretamente a atividade dos fármacos. Por exemplo, a pirazinamida é mais ativa em pH ácido, enquanto rifampicina, isoniazida e estreptomicina são eficazes em pH neutro, como nas cavidades.
Lesões cavitárias abrigam uma grande carga bacteriana e são locais de alta replicação do Mycobacterium tuberculosis, sendo fontes importantes de transmissão e exigindo fármacos altamente eficazes para sua erradicação.
O esquema básico inclui rifampicina, isoniazida, pirazinamida e etambutol. A estreptomicina pode ser usada em casos específicos, especialmente em esquemas mais antigos ou de retratamento.
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