Tuberculose Neonatal: Profilaxia e Vacinação BCG

HOB - Hospital Oftalmológico de Brasília (DF) — Prova 2017

Enunciado

Nos últimos anos, há grandes dificuldades na atenção primária à saúde no que tange a abordagem de contactantes de pacientes com tuberculose bacilífera na ausência do teste tuberculínico (PPD). Considerando os conhecimentos de medicina preventiva e a Nota Informativa nº 8/2014, CGPNTC/DEVEP/SVS/MS, assinale a alternativa CORRETA quanto à abordagem de neonatos de mãe bacilífera.

Alternativas

  1. A) Havendo disponibilidade de PPD, indica-se não vacinar com BCG ao nascer, tratar com isoniazida por seis meses e realizar PPD após para avaliar resposta. 
  2. B) Havendo disponibilidade de PPD, não se deve vacinar com BCG ao nascer, e sim tratar com isoniazida por três meses e realizar PPD. Caso PPD > 5 mm, iniciar esquema RIP. 
  3. C) Na ausênia de PPD, os neonatos devem ser tratados com isoniazida por três meses e apenas após serem vacinados com BCG.
  4. D) Na ausência de PPD, os neonatos devem realizar esquema RIP por três meses e depois devem ser vacinados com BCG, apenas. 
  5. E) Na ausência de PPD, os neonatos devem receber tratamento com isoniazida por seis meses e vacinação com BCG apenas após o tratamento. 

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