HAC - Hospital Angelina Caron (PR) — Prova 2022
Sobre a resistência do Mycobacterium tuberculosis aos antimicrobianos utilizados em seu tratamento, avalie as assertivas abaixo e assinale com V (verdadeiro) ou F (falso) e escolha a alternativa que contém a sequência correta.[ ] O termo internacional de “multirresistência” aplica-se ao encontro de cepas resistentes a mais de um medicamento usado no tratamento de primeira linha da tuberculose, geralmente resistência simultânea à rifampicina e à isoniazida.[ ] A resistência primária é aquela desenvolvida no curso do tratamento antituberculose, geralmente associada ao uso irregular ou incorreto dos fármacos antituberculose.
Tuberculose multirresistente (TB-MR) = resistência simultânea à rifampicina e isoniazida. Resistência primária: antes do tratamento.
A tuberculose multirresistente é definida pela resistência a rifampicina e isoniazida. A resistência primária ocorre em pacientes que nunca foram tratados ou tratados por menos de um mês, enquanto a adquirida se desenvolve durante o tratamento irregular.
A resistência do Mycobacterium tuberculosis aos antimicrobianos é um desafio crescente na saúde pública global, com a tuberculose multirresistente (TB-MR) representando uma forma grave da doença. A TB-MR é definida pela resistência simultânea à isoniazida e à rifampicina, os dois principais fármacos de primeira linha. Compreender os mecanismos e tipos de resistência é fundamental para o manejo adequado e a prevenção da disseminação. A resistência pode ser classificada como primária ou adquirida. A resistência primária é observada em pacientes que nunca foram tratados para tuberculose ou que receberam tratamento por um período inferior a um mês, indicando infecção por uma cepa já resistente. A resistência adquirida, por outro lado, desenvolve-se durante o curso do tratamento, frequentemente associada à adesão irregular do paciente, prescrição inadequada ou absorção deficiente dos medicamentos. O diagnóstico precoce da resistência é crucial para instituir um regime terapêutico eficaz, que geralmente envolve fármacos de segunda linha, mais tóxicos e com menor eficácia. A vigilância epidemiológica e a adesão rigorosa aos protocolos de tratamento são essenciais para controlar a emergência e disseminação da TB-MR, garantindo melhores desfechos para os pacientes e a comunidade.
A tuberculose multirresistente é definida pela resistência simultânea do Mycobacterium tuberculosis a pelo menos dois dos principais fármacos de primeira linha: isoniazida e rifampicina.
A resistência primária ocorre em pacientes que nunca receberam tratamento antituberculose ou o fizeram por menos de um mês. A resistência adquirida (ou secundária) surge durante o curso do tratamento, geralmente devido à adesão inadequada ou prescrição incorreta.
Os principais fármacos de primeira linha para o tratamento da tuberculose são isoniazida, rifampicina, pirazinamida e etambutol. A resistência a isoniazida e rifampicina é crucial para a definição de TB-MR.
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