FJG - Fundação João Goulart / SMS Rio de Janeiro — Prova 2020
O esquema básico para o tratamento da tuberculose meningoencefálica e osteoarticular em crianças menores de 10 anos, segundo o Manual de Recomendações para o Controle de Tuberculose no Brasil (2019), é:
Tuberculose meningoencefálica/osteoarticular <10 anos: 2RHZ/10RH (total 12 meses).
O tratamento da tuberculose meningoencefálica e osteoarticular em crianças menores de 10 anos requer um esquema prolongado de 12 meses, iniciando com 2 meses de Rifampicina, Isoniazida e Pirazinamida (RHZ), seguido por 10 meses de Rifampicina e Isoniazida (RH), devido à gravidade e ao risco de sequelas dessas formas.
A tuberculose (TB) em crianças representa um desafio diagnóstico e terapêutico, especialmente em suas formas graves como a meningoencefálica e osteoarticular. A TB meningoencefálica é a forma mais grave da doença, com alta morbimortalidade, e a TB osteoarticular pode causar deformidades e incapacidades. O diagnóstico precoce e o tratamento adequado são cruciais para minimizar as sequelas. A fisiopatologia envolve a disseminação hematogênica do Mycobacterium tuberculosis a partir de um foco primário, atingindo o sistema nervoso central ou o sistema musculoesquelético. Em crianças, a apresentação clínica pode ser inespecífica, dificultando o diagnóstico. A suspeita deve ser alta em crianças com contato com adultos bacilíferos, sintomas neurológicos progressivos ou dor e limitação funcional em articulações/ossos. O tratamento da tuberculose meningoencefálica e osteoarticular em crianças menores de 10 anos, conforme o Manual de Recomendações para o Controle de Tuberculose no Brasil (2019), é de 12 meses. Inicia-se com 2 meses de Rifampicina (R), Isoniazida (H) e Pirazinamida (Z), seguido por 10 meses de Rifampicina (R) e Isoniazida (H). O uso de corticosteroides é recomendado na TB meningoencefálica para reduzir a inflamação e o risco de sequelas.
O tratamento para tuberculose meningoencefálica e osteoarticular em crianças menores de 10 anos tem duração total de 12 meses, sendo 2 meses com Rifampicina, Isoniazida e Pirazinamida, seguidos por 10 meses com Rifampicina e Isoniazida.
O esquema é mais longo devido à gravidade da doença, à dificuldade de penetração dos fármacos no sistema nervoso central e ao alto risco de sequelas neurológicas e óbito se o tratamento for inadequado ou interrompido precocemente.
No tratamento inicial (primeiros 2 meses) da tuberculose meningoencefálica pediátrica, são utilizados Rifampicina (R), Isoniazida (H) e Pirazinamida (Z), conforme as diretrizes nacionais.
Responda esta e mais de 150 mil questões comentadas no MedEvo — a plataforma de residência médica com IA.
Responder questão no MedEvo