Tuberculose Meníngea e HIV: Manejo e TARV

UFRGS/HCPA - Hospital de Clínicas de Porto Alegre (RS) — Prova 2022

Enunciado

Paciente de 30 anos foi internada por febre, cefaleia e vômitos, quadro iniciado há 7 dias. A tomografia computadorizada de crânio estava normal. Foi realizada punção lombar com pressão de abertura de 300 mmH₂O. A análise liquórica revelou 100 leucócitos/mm³ (99% de linfócitos), proteína de 300 mg/dl, glicose de 20 mg/dl (glicose sérica de 120 mg/dl), BAAR negativo e PCR positivo para Mycobacteriumtuberculosis. O exame anti-HIV apresentou resultado positivo, com contagem de CD4 de 30 células/mm³ e carga viral de 150.000 cópias/ml. Qual a conduta mais adequada?

Alternativas

  1. A) Aguardar a cultura para confirmar o diagnóstico antes de iniciar o tratamento, por ser o teste PCR para Mycobacterium tuberculosis pouco específico para tuberculose meníngea.
  2. B) Iniciar imediatamente o esquema RHZE (rifampicina + isoniazida + pirazinamida + etambutol) e a terapia antirretroviral.
  3. C) Iniciar imediatamente o esquema RHZE + prednisona e adiar por 2 semanas o início da terapia antirretroviral.
  4. D) Iniciar imediatamente o esquema RHZE + prednisona e adiar por 8 semanas o início da terapia antirretroviral.

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