DASA - Diagnósticos da América (SP) — Prova 2023
Na Tuberculose Ganglionar, as cadeias ganglionares mais afetadas são:
TB ganglionar → linfonodos cervicais, supraclaviculares e mediastinais são + afetados, uni/bilateral e assimétrica.
A tuberculose ganglionar é a forma mais comum de TB extrapulmonar. A apresentação clássica envolve adenopatias indolores, de crescimento lento, que podem fistulizar. A localização cervical é a mais frequente, mas o envolvimento supraclavicular e mediastinal também é comum e deve ser considerado no diagnóstico.
A tuberculose ganglionar, ou linfadenite tuberculosa, é a forma mais prevalente de tuberculose extrapulmonar, representando cerca de 10-15% de todos os casos de TB. É uma manifestação importante da doença, especialmente em populações imunocomprometidas, e seu diagnóstico precoce é fundamental para o controle da disseminação e tratamento adequado. A fisiopatologia envolve a disseminação hematogênica ou linfática do Mycobacterium tuberculosis para os linfonodos. O diagnóstico é feito pela biópsia do linfonodo com histopatológico (granulomas caseosos) e cultura para micobactérias. A suspeita clínica deve surgir em pacientes com adenopatias crônicas, indolores, especialmente em áreas endêmicas ou com fatores de risco para TB. O tratamento é o mesmo da tuberculose pulmonar, com esquema RIPES (Rifampicina, Isoniazida, Pirazinamida, Etambutol) por dois meses, seguido de RI por mais quatro meses. O prognóstico é geralmente bom com tratamento adequado, mas a não adesão pode levar a complicações e recidivas. É crucial monitorar a resposta ao tratamento e possíveis efeitos adversos dos medicamentos.
A tuberculose ganglionar afeta predominantemente as cadeias cervicais, supraclaviculares e mediastinais, podendo ser unilateral ou bilateral e frequentemente assimétrica.
Caracteriza-se por adenopatias indolores, de consistência elástica ou endurecida, que crescem lentamente e podem coalescer, formando massas ou fistulizando.
O envolvimento mediastinal é comum e pode causar sintomas compressivos, como tosse ou dispneia, sendo crucial para o diagnóstico diferencial de outras massas mediastinais.
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