Santa Casa de Votuporanga (SP) — Prova 2022
Sobre a Tuberculose (TB), assinale a alternativa CORRETA:
Controle da TB: Busca ativa de Sintomático Respiratório é crucial; infecção prévia não confere imunidade permanente.
A busca ativa de sintomáticos respiratórios é uma estratégia fundamental para o controle da tuberculose, permitindo o diagnóstico precoce e a interrupção da cadeia de transmissão. É importante lembrar que a infecção prévia por Mycobacterium tuberculosis não garante imunidade permanente contra o adoecimento.
A Tuberculose (TB) é uma doença infecciosa crônica causada pelo Mycobacterium tuberculosis, que afeta principalmente os pulmões, mas pode acometer qualquer órgão. É um grave problema de saúde pública global, sendo uma das principais causas de morte por doença infecciosa. O controle da TB baseia-se em pilares como o diagnóstico precoce, tratamento adequado e vigilância epidemiológica. A busca ativa de Sintomático Respiratório (SR) é uma estratégia crucial para o controle da TB. Um SR é definido como um indivíduo com tosse por três semanas ou mais, sendo prioritária a coleta de escarro para baciloscopia e cultura. Essa medida visa identificar rapidamente os casos bacilíferos, que são os principais responsáveis pela transmissão da doença, e iniciar o tratamento para que se tornem não infecciosos. É fundamental compreender que a infecção prévia por M. tuberculosis não confere imunidade permanente, e o adoecimento pode ocorrer por reativação endógena ou reinfecção. A baciloscopia do escarro, embora seja um método rápido e de baixo custo, possui sensibilidade variável, sendo menor em crianças e em formas extrapulmonares. A TB ganglionar é a forma mais comum de TB extrapulmonar em pessoas vivendo com HIV e em crianças, e não a pleural.
É um indivíduo com tosse por três semanas ou mais, com ou sem outros sintomas respiratórios, que deve ser investigado para tuberculose. A identificação precoce é vital para o controle da doença.
Permite identificar precocemente casos de tuberculose, iniciar o tratamento adequado e interromper a cadeia de transmissão da doença na comunidade, reduzindo a morbimortalidade e a incidência.
Não, a infecção prévia não confere imunidade permanente. O indivíduo pode ser reinfetado ou ter reativação de uma infecção latente, levando a um novo adoecimento, mesmo após tratamento prévio.
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