HMASP - Hospital Militar de Área de São Paulo — Prova 2022
Para o tratamento cirúrgico do câncer gástrico, comumente é realizado a linfadenectomia D2; dentre as estruturas dissecadas, inclui-se o tronco celíaco, ramo direto da aorta abdominal. Quais os ramos vasculares que geralmente compõe esta estrutura?
Tronco celíaco → Artéria Gástrica Esquerda, Artéria Hepática Comum, Artéria Esplênica.
O tronco celíaco é o primeiro ramo ventral da aorta abdominal, crucial na vascularização do trato gastrointestinal superior. Seus três principais ramos são a artéria gástrica esquerda, a artéria hepática comum e a artéria esplênica, que irrigam estômago, fígado, baço, pâncreas e duodeno.
O tronco celíaco é uma estrutura anatômica de extrema importância na vascularização abdominal, sendo o primeiro grande ramo ventral da aorta abdominal, emergindo logo abaixo do diafragma, ao nível da vértebra T12/L1. Sua relevância clínica e cirúrgica é inquestionável, especialmente em procedimentos que envolvem o trato gastrointestinal superior, como a linfadenectomia D2 no tratamento do câncer gástrico. O conhecimento detalhado de seus ramos é fundamental para o cirurgião, a fim de evitar complicações e garantir a eficácia do tratamento. Os três ramos vasculares que classicamente compõem o tronco celíaco são: a artéria gástrica esquerda, a artéria hepática comum e a artéria esplênica. A artéria gástrica esquerda irriga a pequena curvatura do estômago e o esôfago distal. A artéria hepática comum se divide em artéria hepática própria (para o fígado e vesícula biliar) e artéria gastroduodenal (para o piloro, duodeno e pâncreas). A artéria esplênica, por sua vez, irriga o baço, o pâncreas e a grande curvatura do estômago através de seus ramos gástricos curtos e gastro-omental esquerda. Em cirurgias como a gastrectomia com linfadenectomia D2, a dissecção dos linfonodos ao redor do tronco celíaco e seus ramos é um passo crítico para o estadiamento e tratamento oncológico. A identificação precisa e a preservação ou ligadura controlada desses vasos são essenciais para minimizar o risco de hemorragias e isquemias, garantindo a segurança do paciente e a radicalidade oncológica. Portanto, a compreensão da anatomia do tronco celíaco e seus ramos é um conhecimento básico e indispensável para residentes e cirurgiões.
Os três principais ramos que emergem diretamente do tronco celíaco são a artéria gástrica esquerda, a artéria hepática comum e a artéria esplênica. Eles são responsáveis pela irrigação de órgãos do trato gastrointestinal superior.
Na linfadenectomia D2 para câncer gástrico, a dissecção dos linfonodos ao redor do tronco celíaco e seus ramos é fundamental. O conhecimento preciso de sua anatomia vascular é crucial para evitar lesões e garantir uma ressecção oncológica adequada.
A artéria gástrica esquerda irriga o estômago; a artéria esplênica irriga o baço e parte do pâncreas e estômago; e a artéria hepática comum irriga o fígado, vesícula biliar, piloro, duodeno e pâncreas através de seus ramos.
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