Trombose Venosa Mesentérica: Manejo da Isquemia Persistente

SUS-BA - Sistema Único de Saúde da Bahia — Prova 2016

Enunciado

Paciente, 61 anos idade, diabético insulino-dependente e hipertenso controlado, comparece à emergência com quadro de dor abdominal em fossa ilíaca esquerda, iniciada há cerca de três dias e com acentuação da dor nas últimas 12 horas. Apresenta febre de até 38,5°C há cerca de 24h, além de parada de eliminação de fezes e flatos. Nega sintomas constitutivos pregressos ao quadro. Relata constipação intestinal de longa data, com uso esporádico de laxantes, além de episódios de distensão abdominal eventual e flatulência, acompanhadas de dor abdominal tipo cólica. Ao exame fisico abdominal, observa-se distensão abdominal moderada, dor intensa à palpação em fossa ilíaca esquerda e hipogástrio, com dor a descompressão súbita da parede abdominal. Toque retal com ausência de fezes na ampola retal, sem massas palpáveis. Foi avaliado por um cirurgião que explica os possíveis diagnósticos diferenciais e propõe a realização de exames laboratoriais e um exame complementar. No primeiro dia pós-operatório o paciente ainda mantém quadro de acidose metabólica persistente, apesar de níveis glicêmicos controlados, além de lactato persistentemente elevado, exame de imagem demonstra sinais de trombose venosa em território mesentérico. Indique a melhor conduta nesse momento.

Alternativas

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