Santa Casa de Marília (SP) — Prova 2021
São fatores de risco para desenvolvimento de trombose de veia renal no período neonatal todos os abaixo, exceto:
Trombose veia renal neonatal → diabetes materno, policitemia, cateter umbilical, desidratação, choque. Hipercalcemia NÃO é fator.
A trombose de veia renal (TVR) no período neonatal é uma condição grave, frequentemente associada a estados de hipercoagulabilidade ou lesão endotelial. Fatores como diabetes materno (que pode levar a policitemia e desidratação no RN), policitemia neonatal (aumenta a viscosidade sanguínea) e o uso de cateter umbilical (lesão endotelial e estase) são reconhecidos como importantes fatores de risco. A hipercalcemia, por si só, não é um fator de risco direto para TVR.
A trombose de veia renal (TVR) é uma condição grave e relativamente rara no período neonatal, mas que pode levar a insuficiência renal e hipertensão arterial. É mais comum em recém-nascidos doentes, especialmente aqueles com condições que predispõem à hipercoagulabilidade, estase sanguínea ou lesão endotelial. O reconhecimento dos fatores de risco é crucial para a prevenção e o diagnóstico precoce. Os principais fatores de risco para TVR neonatal incluem condições que levam à desidratação grave (como diarreia, vômitos, fototerapia intensa), choque séptico ou hipovolêmico, policitemia (aumento da viscosidade sanguínea), diabetes materno (que pode causar policitemia no RN), asfixia perinatal e o uso de cateteres umbilicais, que podem causar trauma vascular ou servir como foco para a formação de trombos. A hipercalcemia, embora seja uma condição metabólica que pode ocorrer no neonato, não é um fator de risco direto ou primário para o desenvolvimento de trombose de veia renal. É importante que o residente saiba diferenciar os fatores de risco diretos e indiretos para TVR, a fim de realizar uma avaliação clínica adequada e implementar medidas preventivas em neonatos de alto risco.
Os principais fatores de risco incluem desidratação grave, choque, sepse, policitemia, diabetes materno, uso de cateter umbilical, asfixia perinatal e algumas doenças congênitas que predispõem à hipercoagulabilidade.
O diabetes materno pode levar a um recém-nascido macrossômico e com maior risco de policitemia, que aumenta a viscosidade sanguínea e o risco de trombose. Além disso, esses bebês podem ter maior risco de desidratação e choque.
O cateter umbilical, especialmente o venoso, pode causar lesão endotelial direta nos vasos ou promover estase sanguínea, criando um ambiente propício para a formação de trombos, que podem migrar ou se estender até as veias renais.
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