HE Cachoeiro - Hospital Evangélico de Cachoeiro de Itapemirim (ES) — Prova 2023
A causa MAIS comum de trombose da artéria/veia esplênica é:
Pancreatite aguda/crônica é a causa MAIS comum de trombose da veia esplênica.
A trombose da veia esplênica é frequentemente uma complicação de doenças que afetam o pâncreas, devido à proximidade anatômica e ao processo inflamatório. A pancreatite, tanto aguda quanto crônica, é a causa mais prevalente, pois a inflamação e o edema pancreático podem comprimir ou danificar a veia esplênica, levando à formação de trombos.
A trombose da veia esplênica é uma condição vascular que pode levar a uma forma de hipertensão porta segmentar, afetando principalmente o território de drenagem do baço e do estômago. Embora existam várias causas, a mais comum e clinicamente relevante é a pancreatite, tanto em sua forma aguda quanto crônica. A proximidade anatômica da veia esplênica com o pâncreas torna-a vulnerável a processos inflamatórios e neoplásicos que afetam este órgão. Na pancreatite, a inflamação, o edema e a liberação de enzimas podem causar compressão extrínseca, dano endotelial e trombose da veia esplênica. Outras causas importantes incluem o câncer pancreático, que pode invadir diretamente a veia, e, menos frequentemente, distúrbios mieloproliferativos ou trombofilias. As consequências da trombose da veia esplênica incluem esplenomegalia e o desenvolvimento de varizes gástricas isoladas, especialmente no fundo do estômago, devido ao aumento da pressão no sistema venoso gástrico curto. O diagnóstico é feito por exames de imagem como ultrassonografia Doppler, tomografia computadorizada ou ressonância magnética. O manejo visa tratar a causa subjacente e prevenir ou controlar o sangramento das varizes, que pode exigir esplenectomia em casos selecionados.
A principal causa de trombose da veia esplênica é a pancreatite, tanto aguda quanto crônica, devido à inflamação e dano tecidual que afetam a veia adjacente.
A trombose da veia esplênica pode levar à hipertensão porta segmentar, resultando em varizes gástricas isoladas (especialmente no fundo gástrico), esplenomegalia e, em alguns casos, sangramento gastrointestinal.
O diagnóstico é feito por exames de imagem como ultrassonografia Doppler, tomografia computadorizada (TC) ou ressonância magnética (RM) do abdome, que visualizam o trombo na veia esplênica e avaliam a circulação colateral.
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