SMA Volta Redonda - Secretaria Municipal de Saúde (RJ) — Prova 2022
São fatores de trombofilia hereditária, EXCETO:
Fatores de trombofilia hereditária incluem deficiências de Proteínas C/S, Fator V de Leiden, mutação da protrombina e MTHFR.
A mutação do Fator XII não é considerada um fator de trombofilia hereditária primária clinicamente relevante para o risco de trombose, ao contrário das deficiências de Proteínas C e S, mutação do Fator V de Leiden e mutação da protrombina, que são bem estabelecidas.
A trombofilia hereditária refere-se a uma predisposição genética para o desenvolvimento de trombose, seja venosa ou arterial. É uma condição importante na prática clínica, especialmente em pacientes jovens com eventos trombóticos inexplicados ou história familiar. A identificação desses fatores é crucial para a estratificação de risco e manejo adequado, impactando decisões sobre profilaxia e tratamento anticoagulante. A fisiopatologia envolve desequilíbrios no sistema de coagulação, seja por aumento de fatores pró-coagulantes ou deficiência de anticoagulantes naturais. Os principais fatores incluem a mutação do Fator V de Leiden (resistência à Proteína C ativada), deficiências de Proteínas C e S (anticoagulantes naturais), mutação da protrombina G20210A (aumento da produção de protrombina) e a mutação do gene MTHFR (associada à hiper-homocisteinemia). O diagnóstico é feito por testes genéticos e dosagens de proteínas. O tratamento e a profilaxia dependem do tipo de trombofilia e do histórico trombótico do paciente. Pacientes com trombofilia hereditária podem necessitar de anticoagulação prolongada após um evento trombótico ou profilaxia em situações de alto risco, como cirurgias ou gravidez. É fundamental uma abordagem individualizada, considerando o risco-benefício da anticoagulação.
Os principais fatores incluem a mutação do Fator V de Leiden, deficiências de Proteínas C e S, mutação da protrombina G20210A e, em menor grau, a mutação do gene MTHFR.
Embora o Fator XII participe da coagulação, sua deficiência ou mutações não estão consistentemente associadas a um risco aumentado de trombose clinicamente significativo, ao contrário de outros fatores.
A investigação é indicada em casos de trombose venosa profunda ou embolia pulmonar em jovens, trombose recorrente, trombose em locais incomuns, ou história familiar de trombofilia.
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