Tromboembolismo Pulmonar: Manejo da Instabilidade Hemodinâmica

Santa Casa de Belo Horizonte (MG) — Prova 2019

Enunciado

Durante um plantão na enfermaria da Santa Casa você é chamado para avaliar um paciente com queixa de dispneia súbita associada à hemoptise. Trata-se do senhor J.R.B., 68 anos, internado na ortopedia, no 5° dia do pós- operatório de fratura de membro inferior direito. Exame físico revela paciente hipocorado, com cianose de extremidades e edema de membro inferior direito com empastamento de panturrilha. FC: 122bpm; PA: 106 x 62mmHg; FR: 35irpm, satO₂: 82% em ar ambiente e esforço respiratório moderado. Ausculta cardíaca e pulmonar sem alterações. Considere o diagnóstico mais provável em relação ao caso descrito e assinale a alternativa INCORRETA:

Alternativas

  1. A) Os fatores, considerados como de maior risco para a doença apresentada pelo paciente, são cirurgia do quadril ou joelho, história prévia de tromboembolismo venoso, lesão de medula espinhal e infarto do miocárdio recente (< 3 meses).
  2. B) O escore PERC não tem aplicação no paciente em questão, pois esse paciente não possui baixa probabilidade para tromboembolismo pulmonar.
  3. C) O d-dímero pode elevar-se acima do valor de referência (falso positivo) em algumas situações como câncer ativo, infecção atual, AVE recente e em pacientes idosos.
  4. D) A anticoagulação com heparina de baixo peso molecular, via subcutânea, deveria ser iniciada imediatamente, caso o paciente apresentasse hipotensão ou choque.

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