TEP Baixa Probabilidade: O Papel do D-dímero

Universidade Federal de São Paulo - Escola Paulista de Medicina — Prova 2016

Enunciado

Mulher de 23 anos de idade, previamente hígida, chegou no PS com quadro de dispneia há 2 horas acompanhada de dor torácica, nega tosse e febre. Ao exame: BEG, corada, afebril, acianótica, orientada, vígil. Pulmões: roncos esparsos, FR = 30 irpm; saturando 92%; RCR em 2T; BNF; FC = 120 bpm; PA = 100 x 60 mmHg; membros inferiores sem edemas. Calculado o escore de Wells que foi considerado de baixa probabilidade. Qual a investigação mais adequada neste momento?

Alternativas

  1. A) Angio-TC de tórax.
  2. B) Dosar d-dímero.
  3. C) Cintilografia ventilação-perfusão.
  4. D) Ecocardiograma, troponina e BNP.
  5. E) Não há necessidade de investigar porque é de baixa probabilidade.

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