TEP Agudo: Diagnóstico em Pacientes de Alta Probabilidade Clínica

HMV/Moinhos - Hospital Moinhos de Vento (RS) — Prova 2015

Enunciado

Homem de 68 anos, hipertenso, apresentou quadro de acidente vascular cerebral isquêmico, com paralisia do hemicorpo direito. No quarto dia da hospitalização, houve episódio de dispneia, dessaturação (saturação periférica de oxigênio detectada por oximetria não invasiva de 80%), e taquicardia (130 batimentos por minuto). Familiar relata história prévia de trombose venosa profunda (TVP) no pós-operatório de colecistectomia. Estava em uso de enoxaparina de profilática (40 mg via subcutânea uma vez ao dia). Houve a suspeita de tromboembolismo pulmonar agudo (TEP). Qual a alternativa é CORRETA?

Alternativas

  1. A) EcoDoppler colorido do sistema venoso não demostrando T VP descarta TEP, já que este é proveniente do TVP concomitante.
  2. B) A dosagem de D-dímeros pode ser útil, já que o paciente tem alta suspeita clínica.
  3. C) Angio-TC negativa não descarta completamente o diagnóstico de TEP, sobretudo segmentar, já que o escore de probabilidade clínica de Wells é elevado.
  4. D) O uso da profilaxia com enxoparina torna muito improvável (menos de 1%) a possibilidade de TEP.
  5. E) O exame de eleição é a cintilografia pulmonar perfusional.

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