TEP Pós-Parto: Manejo Imediato e Anticoagulação

PSU-MG - Processo Seletivo Unificado de Minas Gerais — Prova 2020

Enunciado

Mulher de 34 anos comparece à UPA com a queixa de dispneia em repouso iniciada há 12h. Teve filho por parto normal há 40 dias. Desconhece doenças prévias. Ao exame físico, apresenta FC 109bpm, PA 130/86mmHg, FR 29irpm, SpO₂ em ar ambiente 88%. O exame respiratório revela taquipneia e crepitações teleinspiratórias na base do tórax à direita. Solicita-se angiotomografia do tórax, que revela falhas de enchimento nos ramos arteriais pulmonares lobares e segmentares bilateralmente. O ecocardiograma revela dilatação e hipocontratilidade do ventrículo direito. Foi iniciada oxigenioterapia suplementar por cateter nasal a 3L/min. Exames de laboratório: Hb 14,5g/dL; LG 12.800/mm³; NS 10.420/mm³; Plq 280.000/mm³, troponina 10ng/L; BNP 590 pg/mL. A conduta imediata MAIS ADEQUADA nesse caso é indicar:

Alternativas

  1. A) anticoagulantes orais diretos (DOAC).
  2. B) heparina de baixo peso molecular.
  3. C) tenecteplase.
  4. D) trombectomia mecânica.

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