TEP Agudo: Diagnóstico, Fatores de Risco e Tratamento

SPBC - Sociedade Portuguesa de Beneficência de Campos (RJ) — Prova 2016

Enunciado

O tromboembolismo pulmonar (TEP) agudo é a situação clínica comum associada à alta morbidade e mortalidade, quando o tratamento não é instituído de forma adequada. Como a sua apresentação clínica é variável, estima-se que 50% dos casos de TEP agudo não são diagnosticados; portanto, é fundamental identificar os doentes em risco, seguir investigação diagnóstica e iniciar o tratamento recomendado. Dado esse contexto, assinale a alternativa INCORRETA.

Alternativas

  1. A) O dímero-D tem baixa sensibilidade, porém alta especificidade para seu diagnóstico. 
  2. B) Cirurgia abdominal e pélvica, pós-operatório em UTI, puerpério, varizes, TEP prévio comprovado são alguns dos fatores de risco maiores. 
  3. C) A angiotomografia de tórax (angioTC) permite visualizar os trombos centrais e periféricos, bem como revelar alterações do parênquima pulmonar, mediastinais ou pleurais que possam justificar o quadro clínico, além de não ser invasiva. 
  4. D) O uso de trombolíticos ainda é questionável. Atualmente é indicado no TEP maciço com instabilidade hemodinâmica. 

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