TEP Pós-Operatório: Diagnóstico e Conduta Imediata

Santa Casa de Belo Horizonte (MG) — Prova 2020

Enunciado

Paciente masculino, 60 anos de idade, submetido a gastrectomia subtotal com linfadenectomia adequada para tratamento de câncer gástrico distal, evoluía bem com exames laboratoriais de controle normais. No quarto dia pós-operatório, apresentou quadro de dispneia súbita, associado a dor torácica à inspiração profunda, com taquicardia e taquipneia. O exame clínico do tórax com palpação, percussão e ausculta não apresentava alterações em relação ao exame do dia anterior. O exame dos membros inferiores apresentava dor à palpação da panturrilha direita e dor à dorso flexão do pé direito. Diante da suspeita clínica de trombose venosa profunda e tromboembolismo pulmonar, a conduta deve ser

Alternativas

  1. A) manter o paciente em repouso e pedir Doppler de membros inferiores para definir o quadro.
  2. B) dosar D-Dímero para definir o diagnóstico e, após confirmação, iniciar tratamento.
  3. C) solicitar angiotomografia para confirmar o diagnóstico e, posteriormente, iniciar tratamento.
  4. D) iniciar tratamento com heparina não fracionada ou heparina de baixo peso molecular tão logo seja possível, ainda sem a confirmação por exames complementares do diagnóstico.

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