HC ICC - Hospital do Câncer - Instituto do Câncer do Ceará — Prova 2025
Trata-se de doença causada por um parasita. É sexualmente transmissível que pode causar corrimento, frequentemente com odor e eventualmente com prurido. O diagnóstico pode ser confirmado por meio de exame de conteúdo vaginal a fresco e o tratamento pode ser feito com metronidazol 2g via oral. Estamos falando de
Tricomoníase → corrimento amarelo-esverdeado, bolhoso, odor fétido, prurido, metronidazol 2g VO.
A tricomoníase é uma DST causada por Trichomonas vaginalis, caracterizada por corrimento vaginal abundante, amarelo-esverdeado, bolhoso, com odor fétido e prurido. O diagnóstico é clínico e laboratorial (exame a fresco), e o tratamento padrão é com metronidazol, sendo crucial tratar também o parceiro sexual para evitar reinfecção.
A tricomoníase é uma das infecções sexualmente transmissíveis (IST) não virais mais comuns globalmente, causada pelo protozoário Trichomonas vaginalis. Afeta principalmente mulheres, mas homens também podem ser portadores assintomáticos. Sua importância clínica reside não apenas nos sintomas incômodos, mas também no aumento do risco de outras ISTs, incluindo o HIV, e complicações na gravidez, como parto prematuro e baixo peso ao nascer. O diagnóstico da tricomoníase é frequentemente suspeitado pela clínica, que inclui corrimento vaginal amarelo-esverdeado, bolhoso, com odor fétido, prurido e disúria. O exame físico pode revelar colpite em "framboesa". A confirmação laboratorial é feita pelo exame a fresco do conteúdo vaginal, onde se observa o parasita móvel, e por um pH vaginal > 4,5. Testes moleculares são mais sensíveis, mas menos disponíveis na rotina. O tratamento de escolha é o metronidazol, geralmente em dose única de 2g via oral, ou 500mg duas vezes ao dia por 7 dias. É imperativo tratar simultaneamente o parceiro sexual, mesmo que assintomático, para evitar a reinfecção e quebrar a cadeia de transmissão. A abstinência sexual deve ser recomendada durante o tratamento.
A tricomoníase manifesta-se tipicamente com corrimento vaginal abundante, amarelo-esverdeado, bolhoso, com odor fétido ("peixe podre"), prurido vulvovaginal e disúria.
O diagnóstico é confirmado pela visualização do Trichomonas vaginalis móvel no exame a fresco do conteúdo vaginal, que também pode revelar um pH vaginal elevado (>4,5).
O tratamento do parceiro sexual é crucial para prevenir a reinfecção da paciente, uma vez que a tricomoníase é uma doença sexualmente transmissível e o parceiro pode ser assintomático.
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