AFAMCI - Hospital dos Plantadores de Cana (RJ) — Prova 2015
A formação do triângulo de Calot é:
Triângulo de Calot = Ducto Hepático Comum + Ducto Cístico + Borda Inferior do Fígado (lobo direito).
O Triângulo de Calot é uma referência anatômica crucial na colecistectomia, pois contém a artéria cística. Seus limites são o ducto cístico (inferior), o ducto hepático comum (medial) e a borda inferior do fígado (superior), sendo essencial para a segurança da ligadura e secção das estruturas.
O Triângulo de Calot, também conhecido como trígono cisto-hepático, é uma região anatômica de extrema importância na cirurgia biliar, especialmente durante a colecistectomia. Sua correta identificação é fundamental para a segurança do procedimento, minimizando o risco de lesões iatrogênicas dos ductos biliares e vasos adjacentes. A variação anatômica é comum na região, o que torna a compreensão detalhada dessa área ainda mais crítica para cirurgiões. Os limites clássicos do Triângulo de Calot são: o ducto cístico inferiormente, o ducto hepático comum medialmente e a borda inferior do fígado (ou face visceral da parte hepática direita) superiormente. Dentro deste triângulo, a estrutura mais relevante é a artéria cística, que geralmente se origina da artéria hepática direita e irriga a vesícula biliar. A identificação e ligadura segura da artéria cística e do ducto cístico são os passos cruciais para a remoção da vesícula. A compreensão precisa da anatomia do Triângulo de Calot é um pilar na formação de residentes de cirurgia. Erros na identificação das estruturas podem levar a complicações graves, como lesão do ducto biliar comum, que pode resultar em fístulas biliares, estenoses e necessidade de reintervenções complexas. Portanto, o conhecimento aprofundado dessa região anatômica é essencial para a prática cirúrgica segura e eficaz.
O Triângulo de Calot é delimitado inferiormente pelo ducto cístico, medialmente pelo ducto hepático comum e superiormente pela borda inferior do fígado (ou face visceral da parte hepática direita).
É uma referência anatômica vital na colecistectomia, pois a artéria cística geralmente se encontra dentro de seus limites. A identificação correta previne lesões iatrogênicas dos ductos biliares e da artéria hepática.
A artéria cística é o principal suprimento sanguíneo da vesícula biliar, geralmente um ramo da artéria hepática direita. Ela tipicamente se localiza dentro do Triângulo de Calot, sendo uma estrutura-chave a ser identificada e ligada durante a colecistectomia.
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