PMFI - Prefeitura Municipal de Foz do Iguaçu (PR) — Prova 2023
Triângulo de Calot, também conhecido como triângulo hepatobiliar, nada mais é do que um espaço anatômico, que será delimitado por algumas estruturas. Dentre essas estruturas que compõe os seus limites, temos:
Triângulo de Calot: borda inferior do fígado, ducto hepático comum e ducto cístico.
O Triângulo de Calot é uma referência anatômica crucial em cirurgias da vesícula biliar, como a colecistectomia. Seus limites são a borda inferior do fígado, o ducto cístico e o ducto hepático comum. A identificação precisa dessas estruturas é vital para localizar a artéria cística, que geralmente cruza esse triângulo, e evitar lesões iatrogênicas dos ductos biliares.
O Triângulo de Calot, também conhecido como triângulo hepatobiliar ou cisto-hepático, é uma área anatômica de extrema importância na cirurgia abdominal, particularmente em procedimentos da vesícula biliar e vias biliares. Sua correta identificação é crucial para a segurança do paciente durante a colecistectomia, seja ela aberta ou laparoscópica, visando prevenir lesões iatrogênicas dos ductos biliares e vasos sanguíneos adjacentes. Os limites clássicos do Triângulo de Calot são: superiormente, a borda inferior do fígado; medialmente, o ducto hepático comum; e lateralmente, o ducto cístico. Dentro desse triângulo, a estrutura mais relevante a ser identificada e ligada é a artéria cística, que geralmente se origina da artéria hepática direita e irriga a vesícula biliar. Variações anatômicas são comuns e exigem atenção redobrada do cirurgião. A dissecção cuidadosa do Triângulo de Calot é um passo crítico na colecistectomia. A falha em identificar corretamente os limites e as estruturas contidas pode levar a complicações graves, como a lesão do ducto biliar comum, da artéria hepática ou de outras estruturas vitais. O conhecimento aprofundado dessa anatomia é um pilar para a formação de residentes em cirurgia geral, garantindo a execução segura e eficaz dos procedimentos biliares.
O Triângulo de Calot é delimitado superiormente pela borda inferior do fígado, medialmente pelo ducto hepático comum e lateralmente pelo ducto cístico.
É uma referência anatômica vital durante a colecistectomia, pois é dentro desse triângulo que a artéria cística é tipicamente encontrada. Sua dissecção cuidadosa permite a identificação e ligadura seguras da artéria e do ducto cístico, minimizando o risco de lesões biliares.
A artéria cística é o principal suprimento sanguíneo da vesícula biliar. Ela geralmente se origina da artéria hepática direita e, na maioria dos casos, cruza o Triângulo de Calot para alcançar a vesícula biliar, sendo um marco importante a ser identificado e ligado.
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