PSU-GO - Processo Seletivo Unificado de Goiás — Prova 2023
Sobre a triagem neonatal realizado por meio do teste do pezinho sabe-se que:
Teste do pezinho obrigatório no Brasil → Fenilcetonúria, Hipotireoidismo Congênito, Doença Falciforme, Fibrose Cística, Hiperplasia Adrenal Congênita, Deficiência de Biotinidase.
O teste do pezinho é uma ferramenta essencial de triagem neonatal que permite o diagnóstico precoce de diversas doenças metabólicas, genéticas e infecciosas. No Brasil, a Lei nº 14.154/2021 ampliou o número de doenças rastreadas, sendo as seis mencionadas na alternativa B as doenças obrigatórias do painel básico.
A triagem neonatal, popularmente conhecida como 'teste do pezinho', é um programa de saúde pública fundamental para a detecção precoce de doenças genéticas, metabólicas e infecciosas que, se não tratadas a tempo, podem causar sequelas graves e irreversíveis no desenvolvimento da criança. O diagnóstico precoce permite a intervenção terapêutica antes do surgimento dos sintomas, melhorando significativamente o prognóstico e a qualidade de vida dos indivíduos afetados. No Brasil, a Lei nº 14.154/2021 ampliou o Programa Nacional de Triagem Neonatal (PNTN), estabelecendo um rol mínimo de doenças a serem rastreadas. As seis doenças mencionadas na alternativa correta (fenilcetonúria, hipotireoidismo congênito, doença falciforme, fibrose cística, hiperplasia adrenal congênita e deficiência de biotinidase) representam o painel básico obrigatório. É crucial que a coleta seja realizada no período ideal (3º ao 5º dia de vida) para garantir a sensibilidade e especificidade do teste, evitando falso-negativos e falso-positivos. Para o residente, compreender a importância, o funcionamento e as particularidades do teste do pezinho é essencial. Isso inclui saber quais doenças são rastreadas, o momento correto da coleta, os fatores que podem interferir nos resultados (como prematuridade e hemotransfusões) e a conduta diante de um resultado alterado, que sempre exige confirmação diagnóstica e encaminhamento para tratamento especializado.
No Brasil, as doenças obrigatórias rastreadas pelo teste do pezinho incluem fenilcetonúria, hipotireoidismo congênito, doença falciforme e outras hemoglobinopatias, fibrose cística, hiperplasia adrenal congênita e deficiência de biotinidase. A Lei nº 14.154/2021 expandiu o rol de doenças, que podem variar conforme o painel ampliado.
A coleta ideal para o teste do pezinho deve ocorrer entre o 3º e o 5º dia de vida do recém-nascido. Coletas muito precoces (antes de 48 horas) podem levar a resultados falso-negativos para algumas doenças, como a fenilcetonúria e o hipotireoidismo congênito, devido à ingestão insuficiente de leite materno ou fórmula.
Sim, a prematuridade e a realização de hemotransfusões podem interferir significativamente nos resultados do teste do pezinho. Nesses casos, a interpretação deve ser cuidadosa e, frequentemente, é indicada a repetição do exame em um momento oportuno, seguindo os protocolos específicos para cada situação.
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