UNITAU - Universidade de Taubaté (SP) — Prova 2023
Ao nascer todos os bebês brasileiros são submetidos a testes de triagem que visam detectar precocemente doenças, antes de surgirem os sintomas, possibilitando o tratamento oportuno e prevenindo complicações e sequelas. Através de exames simples identificam-se as crianças que necessitarão de investigação mais apurada, a fim confirmar o diagnóstico. Se confirmado, essas crianças são então encaminhadas para tratamento e acompanhamento adequados. Esses exames são:
Triagem neonatal no Brasil = Teste do Pezinho, Coraçãozinho, Orelhinha e Olhinho.
Os testes de triagem neonatal obrigatórios no Brasil visam detectar precocemente doenças congênitas e metabólicas, permitindo intervenção oportuna. Incluem o Teste do Pezinho (doenças metabólicas), Coraçãozinho (cardiopatias congênitas), Orelhinha (deficiência auditiva) e Olhinho (doenças oculares).
A triagem neonatal é um conjunto de exames realizados em recém-nascidos para identificar precocemente doenças congênitas, metabólicas, genéticas ou infecciosas que, se não tratadas, podem levar a sequelas graves ou óbito. No Brasil, o Programa Nacional de Triagem Neonatal (PNTN) estabelece a obrigatoriedade de alguns desses testes, visando garantir o acesso universal à detecção e tratamento. Os principais testes de triagem neonatal obrigatórios no Brasil incluem: o Teste do Pezinho (rastreia fenilcetonúria, hipotireoidismo congênito, anemia falciforme, fibrose cística, hiperplasia adrenal congênita e deficiência de biotinidase), o Teste do Coraçãozinho (oximetria de pulso para cardiopatias congênitas críticas), o Teste da Orelhinha (emissões otoacústicas para deficiência auditiva) e o Teste do Olhinho (reflexo vermelho para doenças oculares). A realização desses testes em tempo hábil é fundamental para permitir a intervenção precoce, que pode mudar drasticamente o prognóstico da criança, prevenindo deficiências intelectuais, motoras, sensoriais e outras complicações. É importante diferenciar esses testes de triagem de outras avaliações do recém-nascido, como o escore de Apgar, que avalia a vitalidade ao nascimento.
O Teste do Pezinho básico detecta fenilcetonúria, hipotireoidismo congênito, anemia falciforme, fibrose cística, hiperplasia adrenal congênita e deficiência de biotinidase. Versões ampliadas podem detectar mais doenças.
O Teste do Coraçãozinho (oximetria de pulso) avalia a saturação de oxigênio pré e pós-ductal para rastrear cardiopatias congênitas críticas, sendo realizado entre 24 e 48 horas de vida.
O Teste da Orelhinha (emissões otoacústicas) rastreia deficiência auditiva, enquanto o Teste do Olhinho (reflexo vermelho) detecta alterações oculares como catarata congênita, glaucoma e retinoblastoma, permitindo intervenção precoce.
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