Triagem Auditiva Neonatal: Importância e Diretrizes

HAC - Hospital Angelina Caron (PR) — Prova 2018

Enunciado

Segundo dados de diferentes estudos epidemiológicos, a prevalência da deficiência auditiva varia de um a seis neonatos para cada mil nascidos vivos e de um a quatro para cada 100 recém-nascidos atendidos em Unidade de Terapia Intensiva Neonatal. Esta prevalência é considerada elevada se comparada a outras doenças classicamente passíveis de triagem na infância, como a fenilcetonúria e a anemia falciforme (Diretrizes da Atenção da Triagem Auditiva Neonatal. Ministério da saúde, 2012). De acordo com o Ministério da Saúde, assinale a alternativa CORRETA a respeito à triagem auditiva neonatal: (Diretrizes da Atenção da Triagem Auditiva Neonatal. Ministério da saúde, 2012.)

Alternativas

  1. A) Deve ser realizada em todos os recém-nascidos
  2. B) Deve ser realizada apenas em recém-nascidos com indicadores de risco para perda auditiva, como permanência em UTI por mais de cinco dias, e uso de ototóxicos como antibióticos aminoglicosídeos.
  3. C) Crianças nascidas em domicílio, fora do ambiente hospitalar estão dispensadas de realizar o teste de triagem auditiva, devendo-se apenas monitorar o desenvolvimento neuropsicomotor e aquisição da linguagem
  4. D)  Deve-se orientar aos pais que a criança com teste e reteste alterados precisará realizar cirurgia de implante coclear no primeiro mês de vida
  5. E) A triagem auditiva neonatal consiste somente em avaliação clínica e comportamental, dispensando qualquer tipo de equipamento ou exame.

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