HOA - Hospital de Olhos de Aparecida de Goiânia (GO) — Prova 2024
Em relação ao Traumatismo Hepático, pode-se afirmar que:
Trauma hepático: gravidade varia de contusões leves a lacerações graves com hemorragia significativa.
O trauma hepático é comum em traumas abdominais e sua apresentação clínica é muito variada. É crucial entender que as lesões podem ir desde contusões menores até lacerações profundas, o que impacta diretamente a necessidade e o tipo de intervenção.
O traumatismo hepático é uma das lesões mais comuns em traumas abdominais, especialmente nos fechados, devido ao tamanho e localização do fígado. Sua importância clínica reside no alto potencial de hemorragia e na necessidade de um manejo rápido e eficaz para evitar complicações graves e mortalidade, sendo um tema crucial para residentes de cirurgia e emergência. As lesões hepáticas podem variar amplamente em gravidade, desde contusões e hematomas subcapsulares (graus I e II) até lacerações profundas, lesões vasculares maiores e avulsões (graus III a VI). O diagnóstico é frequentemente feito por tomografia computadorizada com contraste, que permite a graduação da lesão e a avaliação da extensão da hemorragia. A suspeita deve surgir em qualquer trauma abdominal com dor, defesa, sinais de choque ou instabilidade hemodinâmica. O tratamento depende da estabilidade hemodinâmica do paciente e do grau da lesão. A maioria dos traumas hepáticos de baixo grau é tratada de forma não operatória, com monitoramento intensivo em ambiente hospitalar. Intervenção cirúrgica ou angiográfica é indicada para pacientes instáveis ou com lesões de alto grau que não respondem ao manejo conservador, visando controlar a hemorragia e reparar as lesões.
As lesões hepáticas no trauma abdominal variam de contusões e hematomas subcapsulares a lacerações parenquimatosas de diferentes profundidades e avulsões vasculares. A American Association for the Surgery of Trauma (AAST) classifica essas lesões em seis graus de gravidade crescente.
Não, a maioria dos traumas hepáticos, especialmente os de baixo grau e em pacientes hemodinamicamente estáveis, pode ser manejada de forma não operatória, com monitoramento intensivo. A cirurgia é reservada para instabilidade hemodinâmica persistente, lesões de alto grau com sangramento ativo ou outras complicações.
O principal risco é a hemorragia, que pode ser grave e levar a choque hipovolêmico. Outras complicações incluem formação de biloma, abscesso hepático, fístula biliar e, em casos raros, pseudoaneurismas ou fístulas arteriovenosas.
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