PSU-MG - Processo Seletivo Unificado de Minas Gerais — Prova 2016
Paciente com traumatismo cranioencefálico leve terá indicação para tomografia computadorizada do crânio nas circunstâncias abaixo listadas, EXCETO:
TCE leve (Glasgow 13-15) → TC crânio indicada se fatores de risco, NÃO apenas Glasgow 13.
Um paciente com TCE leve (Glasgow 13-15) pode precisar de TC de crânio se houver fatores de risco como idade > 65 anos, vômitos repetidos, sinais de fratura de base de crânio ou uso de anticoagulantes. Um Glasgow de 13 por si só não é uma indicação absoluta se não houver outros fatores.
O traumatismo cranioencefálico (TCE) leve é uma condição comum na emergência, definida por um escore na Escala de Coma de Glasgow (ECG) entre 13 e 15. A decisão de realizar uma tomografia computadorizada (TC) de crânio nesses pacientes é crucial para identificar lesões intracranianas que, embora raras no TCE leve, podem ter consequências graves se não forem diagnosticadas. A indicação de TC de crânio em TCE leve não é universal e deve ser guiada por critérios clínicos bem estabelecidos, como os de New Orleans e Canadian CT Head Rule. Fatores de risco como idade avançada (> 65 anos), uso de anticoagulantes ou antiagregantes plaquetários, vômitos repetidos, cefaleia intensa, convulsões, amnésia pós-traumática e sinais de fratura de base de crânio (como equimose periorbitária ou sinal de Battle) aumentam a probabilidade de lesão e justificam a TC. Um escore de Glasgow de 13, embora indique um TCE leve, por si só não é uma indicação absoluta para TC se não houver outros fatores de risco associados. A avaliação cuidadosa do paciente, considerando todos os aspectos da história e exame físico, é fundamental para evitar exames desnecessários e otimizar o manejo, garantindo a segurança do paciente e a racionalização dos recursos.
Sinais de alerta incluem cefaleia intensa, vômitos repetidos (três ou mais), convulsões, amnésia pós-traumática, sinais de fratura de base de crânio (equimose periorbitária, sinal de Battle), idade > 65 anos e uso de anticoagulantes.
Não necessariamente. Em pacientes com TCE leve (Glasgow 13-15), um Glasgow de 13 por si só não é uma indicação absoluta. A decisão de realizar a TC deve ser baseada na presença de outros fatores de risco associados.
Os critérios mais utilizados são os de New Orleans e o Canadian CT Head Rule, que consideram fatores como idade, mecanismo do trauma, presença de vômitos, cefaleia, convulsões, uso de anticoagulantes e sinais de fratura de base de crânio.
Responda esta e mais de 150 mil questões comentadas no MedEvo — a plataforma de residência médica com IA.
Responder questão no MedEvo