Trauma Torácico: Manejo do Hemotórax Agudo

UEPA Revalida - Universidade do Estado do Pará — Prova 2023

Enunciado

Um homem de 31 anos estava a 60km/h numa motocicleta e colidiu contra um automóvel que vinha na contramão. Foi ejetado. Estava de capacete. Levado pelo Resgate, chega ao pronto-socorro imobilizado em prancha rígida, com colar cervical. A via aérea está pérvia e não tem enfisema cervical nem desvio de traqueia. A expansibilidade torácica está diminuída à esquerda. A ausculta mostra murmúrio vesicular abolido desse lado e macicez à percussão. Saturação de oxigênio, com máscara: 89%. Sente-se crepitação na palpação do esterno. Pulso: 115 bpm, regular; PA: 100× 60 mmHg. Glasgow: 14. Não há outras lesões evidentes na avaliação inicial. A conduta inicial mais adequada, neste caso é:

Alternativas

  1. A) toracotomia de reanimação.
  2. B) cricotireoidostomia para garantir a via aérea e avaliação de urgência do especialista da Cirurgia Torácica.
  3. C) drenagem pleural esquerda sob selo d’água.
  4. D) intubação traqueal e tomografia de corpo inteiro.
  5. E) descompressão torácica esquerda no 2º espaço intercostal, pois é um pneumotórax hipertensivo, seguida de drenagem pleural sob selo d’água.

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