Levantamentos estatísticos realizados no Brasil nas últimas décadas em relação ao trauma raquimedular demonstraram aspectos importantes acerca deste tipo de trauma. Associando-se esses dados com os descritos no ATLSTM, pode-se afirmar corretamente que:
Alternativas
A) Desde que a coluna do doente esteja devidamente protegida, o exame da coluna e a exclusão de lesões medulares podem ser adiados seguramente na presença de alguma instabilidade sistêmica.
B) O seguimento mais afetado no trauma raquimedular é a região torácica (60%) por trauma penetrante; em seguida, a coluna lombar (20%), cervical (15%) e sacrococcígea (5%).
C) Em torno de 50% dos pacientes com lesão cerebral apresentam lesão associada na coluna; 5% daqueles que têm trauma em coluna apresentarão alguma lesão cerebral.
D) Lesões incompletas e da cauda equina têm baixo potencial de recuperação (4,7 e 8,6%, respectivamente) por tratamento combinado clínico/cirúrgico.
E) O perfil obtido por dados estatísticos no Brasil aponta, como maior incidência de trauma raquimedular, mulheres jovens apresentando acidentes automobilísticos como principal mecanismo de trauma, seguidos por quedas de altura.
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