Trauma Perineal e Pelve Instável: Conduta Essencial

SUS-SP - Sistema Único de Saúde de São Paulo — Prova 2018

Enunciado

Vítima de atropelamento por auto, um paciente de 24 anos é atendido no prontosocorro, com os seguintes achados na avaliação primária: A: via aérea pérvia; B: frequência respiratória: 20 irpm, murmúrio vesicular presente bilateralmente, saturação de oxigênio: 96%; C: Pulso: 120 bpm, PA: 60 × 40 mmHg, enchimento capilar: 5 segundos, FAST (Focused Assessment with Sonography for Trauma): negativo; pelve instável; toque retal: sem alterações; sondagem vesical: sem hematúria; D: Glasgow: 14, pupilas isofotorreagentes, sem déficits motores ou sensitivos; E: ferimento lacerante extenso de todo o períneo, com perda de pele, comprometendo a região perianal e o escroto, com sangramento difuso, “em babação”. Foi feito o tamponamento extraperitoneal de pelve com compressas e o paciente recebeu vacinação antitetânica e antibioticoterapia. Conduta frente à lesão perineal, além da hemostasia e do desbridamento dos tecidos desvitalizados:

Alternativas

  1. A) Curativo a vácuo, cistostomia e colostomia em alça.
  2. B) Colostomia em alça, lavagem da ferida e curativo compressivo.
  3. C) Fechamento primário da ferida, com a reconstrução plástica que se fizer necessária.
  4. D) Colostomia terminal, lavagem exaustiva e fechamento primário da ferida.
  5. E) Colostomia em alça, cistostomia e fechamento primário da ferida.

Responda esta e mais de 150 mil questões comentadas no MedEvo — a plataforma de residência médica com IA.

Responder questão no MedEvo